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  • Carolina Gomes Sant' ana | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Carolina Gomes Sant' ana Aluna - pesquisadora carolina.santana@unesp.br Universidade Estadual Paulista (Unesp) Doutoranda no Programa de Linguística e Língua Portuguesa pela Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (FCLAr/UNESP) e desenvolve pesquisa na área da análise do discurso sob orientação da Profa. Dra. Luciane de Paula. Mestrr em Linguística e Língua Portuguesa pela FCLAr/UNESP. Graduada em Letras com habilitação em Português/ Alemão pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", UNESP, Campus de Assis (FCL/UNESP Assis). Participante do Grupo de Estudos Linguísticos (GED). Principais projetos Representação no cinema da luta Feminista por direitos: análise bakhtiniana de Revolução em Dagenham, As Sufragistas e Mulheres Divinas SANT'ANA, Carolina Gomes. Pesquisa (Dissertação de Mestrado) - Apoio: CAPES 2020-2022 Dissertação desenvolvida para a obtenção do titulo de Mestre em Linguística e Língua portuguesa. O texto utiliza três filmes contemporâneos [Revolução em Dagenham (2010), As Sufragistas (2015), e Mulheres Divinas (2016)] para analisar como a mídia contemporânea apresenta mulheres politicamente engajadas e que passam a fazer parte do movimento feminista na luta por direitos para mulheres. A pesquisa é embasada pelos estudos do Círculo de Bakhtin, usando principalmente os conceitos de ideologia, dialogia, voz social, superestrutura e base e embate de forças. Que horas ela volta?: mulheres-raça-classe em diálogo SANT'ANA, Carolina Gomes. Pesquisa (Tese de Doutorado) - Apoio: CAPES 2023-2027 (em andamento) - Apoio: CAPES Esta pesquisa em andamento utiliza o filme nacional Que horas ela volta? (2015) como objeto de análise para uma compreensão de como o embate de ideologias se dá no cotidiano, no interior dos lares brasileiros, observando como questões de raça e classes afetam também questões de lutas de igualdade de gênero. O foco da análise recai sobre as personagens Val, Bárbara e Jéssica, assim como nas relações que estabelecem entre si, como sujeitos que assumem vozes sociais diferentes e discordantes, mesmo que todas façam parte de um grupo social em comum: são mulheres. Apesar dessa similaridade, as três assumem posicionamentos contrastantes que são resultados de suas vivências e dos lugares que ocupam dentro daquela sociedade, reflete e refrata o “mundo real”, na relação arte-vida em que ambas se constituem, se influenciam e se respondem mutuamente. A pesquisa de caráter qualitativo segue a metodologia dialético-dialógica de análise, que considera todo enunciado como elo na cadeia discursiva, que não pode ser estudado de forma isolada ou descontextualizada. Embasada pelos estudos do Círculo de Bakhtin, utiliza principalmente os conceitos de dialogia, ideologia, signo ideológico, voz social, relação arte e vida, ato ético e superestrutura e base. Para abordar questões relativas ao feminismo, utilizam-se os estudos de Heleieth Saffioti, bel hooks, Simone de Beauvoir e Angela Davis. Espera-se obter melhor compreensão das relações entre sujeitos, mas mais especificamente entre mulheres que pertencem a diferentes grupos sociais e possuem diferentes posicionamentos axiológicos, dentro de uma sociedade ainda machista, racista e elitista. A linguagem do GED - Grupo de Estudos Discursivos: inovação e desenvolvimento tecnológico, divulgação e popularização da ciência PAULA, Luciane de. Inovação e desenvolvimento 2023-2025 (em andamento) Este projeto propõe congregar pesquisas individuais e estabelecer redes entre grupos, de modo institucional, em âmbito nacional e internacional, por meio do GED - Grupo de Estudos Discursivos; assim como pretende desenvolver estratégias discursivas de inovação e desenvolvimento tecnológicos, espaços de divulgação e popularização da ciência, tendo as redes sociais (Youtube, Instagram, Twitter, Facebook, Spotify, LinkedIn e TikTok) integradas no site do GED, com espaço para debate (em fóruns de discussão), organização de eventos, área de trabalho e divulgação de pesquisas e práticas de ensino e de extensão em desenvolvimento, com sugestões de produções e ações sociais. A construção de uma modalização do site do GED pretende servir como modo de ilustrar como capitanear engajamento sociocultural e educacional por meio de um centro de atividades de inovação de linguagens do fazer científico, em especial, discursivos. O objetivo central é socializar e construir saberes coletivamente, com ênfase em enunciados multimodais. Os intuitos específicos se voltam às produções de maneira mais acessível e horizontalizada e à conscientização da função primordial da Universidade: refletir sobre e contribuir com as necessidades sociais da comunidade, em âmbito global (com respeito às singularidades local, regional, estadual, nacional e internacional). A relevância diz respeito à e os resultados esperados pretendem integrar academia(s) e sociedade(s). "Todas as vidas importam": jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de. Extensão Universitária - Apoio: PROEC 2023-2025 (em andamento) Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo

  • Luciano Novaes Vidon | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Luciano Novaes Vidon Professor Pesquisador luciano.vidon@ufes.br Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Formado em Letras-Português pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), é Mestre, Doutor e Pós-doutor em Linguística Aplicada, pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e Pós-doutor, também, em Estudos da Linguagem, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e em Letras: Linguagens e Representações, pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Desde 2006 é Professor do Magistério Superior da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), atuando junto ao Departamento de Línguas e Letras e ao Programa de Pós-Graduação em Linguística - https://linguistica.ufes.br/. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada, atuando principalmente nos seguintes campos: Linguística aplicada ao ensino de língua materna, com ênfase em aquisição e desenvolvimento da escrita, Estudos de texto e discurso e Ensino de argumentação, com base na filosofia dialógica da linguagem do Círculo de Bakhtin. Principais projetos Contribuições do Círculo de Bakhtin para uma compreensão dialógica das condições sócio históricas atuais do ensino do texto no Brasil. VIDON, Luciano Novaes Projeto 2020 - 2024 O presente projeto de pesquisa tem como objetivo geral compreender a atual realidade do ensino de texto, no Brasil, a partir de sua reconfiguração, iniciada nos anos de 1980, que culminou na produção, no final dos anos de 1990, dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), documento norteador dos processos de ensino-aprendizagem de leitura e produção textual nas práticas escolares desde então. Os PCN concebem o texto como unidade de ensino e têm na noção de Gêneros do Discurso (BAKHTIN, 2013) uma das mais importantes de seu escopo teórico-metodológico. No entanto, a despeito de um certo “acordo coral” em torno dessa reconfiguração linguístico-pedagógica, a noção de gêneros do discurso convive, seja na Escola, seja no Estado, seja na Academia, com concepções diversas em torno de si, inclusive concepções tradicionais de leitura e escrita, o que gera uma tensão ideológica entre os sujeitos envolvidos nas interações com e\ou nesse espaço discursivo. Neste sentido, pretende-se investigar se a base dialógico-discursiva bakhtiniana, fundamentada no materialismo histórico-dialético, por um lado, e na filosofia do ato responsável, por outro, tem sido considerada nas seguintes materialidades discursivas: a) Orientações curriculares oficiais, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC); b) Materiais didáticos desenvolvidos a partir da perspectiva teórica dos gêneros discursivos e utilizados em situações de ensino-aprendizagem; c) Textos e contextos de produção de gêneros discursivos variados, especialmente os dissertativo-argumentativos; e d) Formação e prática de professores de língua portuguesa. Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de Extensão Universitária - Apoio: PROEC 2023-2026 (em andamento) Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo

  • Lívia Maria Cavalcante Domingos | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Lívia Maria Cavalcante Domingos Pesquisa Concluída liviadomingos321@gmail.com Universidade Estadual Paulista (Unesp) Lívia Maria Cavalcante Domingos é aluna do Ensino Médio, estuda em uma escola pública de Assis e é bolsista de iniciação científica do Ensino Médio (PIBIC) desde 2022. Ela integra o GED - Grupo de Estudos Discursivos, da Unesp e também atua no projeto de extensão e no núcleo de ensino, ambos coordenados pela Profa. Luciane de Paula, com a finalidade, de forma interativa e interventiva, de estimular práticas letradas lúdicas ana escola. Principais projetos Na sala precisa de Harry Potter, um clube de leitura dialógica DOMINGOS, Lívia Maria Cavalcante; PAULA, Luciane de. Pesquisa (Iniciação Científica) - Apoio: CNPq (PIBIC EM) 2022-2023 O projeto "Na Sala Precisa de Harry Potter: Um Clube de Leitura Dialógica" busca explorar a literatura e o seu potencial, estudando bases conceituais e metodológicas que fundamentam o clube de leitura. No relatório parcial da pesquisa, a visão de que a literatura pode ser uma ferramenta poderosa para a construção do pensamento crítico e o fortalecimento do senso de comunidade impera e estimula a continuar a implementação do clube na escola. No relatório final a pesquisa é detalhada, em especial, como foi elaborada a produção do podcast "PotterCast" e os eventos interativos realizados. Destacando análises críticas, entrevistas e debates, o relatório ressalta a importância de conceitos ficcionais no mundo atual. Ao explorar temas como ética, sociedade e identidade, o projeto não apenas aprofundou a compreensão dos fãs, como também evidencia o impacto significativo da literatura e suas interpretações. Alohomora aos debates: além da folha de papel, a ponte entre a ficção e o mundo real DOMINGOS, Lívia Maria Cavalcante; PAULA, Luciane de. Projeto PotterCast (integrante do projeto de IC desenvolvido) 2022-2023 Durante minha participação na iniciação científica, desenvolvi algumas atividades que ampliaram meu entendimento no campo da pesquisa. O foco principal do meu trabalho envolveu a criação do podcast "PotterCast", um projeto inovador que explorou debates acadêmicos e a conexão entre a ficção e o mundo real. Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de Paula. Extensão Universitária - Apoio: PROEC 2023-2024 Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo

  • II CED | GED Unesp

    II CED - Ciclo de Estudos Discursivos DATA: 18 de junho de 2013 LOCAL: Auditório Antônio Merisse da Faculdade de Ciências e Letras – UNESP/Assis PROGRAMAÇÃO 13h – Credenciamento 14h – Abertura Oficial 14h15 – Atividade artístico-reflexiva com Isabela Morais 14h30 – Palestra: A multiplicidade da concepção bakhtiniana de linguagem Adail Sobral (Universidade Católica de Pelotas – UCPel) 16h – Café artístico-reflexivo, com Isabela Morais 16h30 – Discussão sobre a obra Para uma Filosofia do Ato Responsável, de M. Bakhtin 17h30 – Atividade artístico-reflexiva com Isabela Morais 18h – Encerramento COMITÊ ORGANIZADOR Luciane de Paula (Coordenação Geral) Sônia Regina Moraes (Coordenadora Administrativa) COMISSÃO DE TRABALHO Aline do Prado Aleixo Soares (Divulgação) Bruna de Souza Silva (Secreataria) Tatiele Novais Silva (Secretaria) MONITORIA Ana Paula Lopes Cardoso Bárbara Melissa Santana Danyllo Ferreira Leite Basso Dener Martins de Oliveira Gustavo de Castro Igor Augusto Leite Marcela Barchi Paglione Natalie Ferreira Carvalho Silva Priscila Yamaguchi Leal Rafael Marcúrio Da Cól Thaís Josefi Silva REALIZAÇÃO GED – Grupo de Estudos Discursivos PROMOÇÃO GED – Grupo de Estudos Discursivos Departamento de Linguística Slovo – Grupo de Estudos Discursivos APRESENTAÇÃO O II CED pretende reunir grupos de estudos e estudiosos da área discursiva. O centro das discussões será em torno da obra Para uma Filosofia do Ato Responsável, de Mikhail Bakhtin e suscitará temáticas voltadas à ética, à estética, ao ato, à noção de sujeito, responsabilidade, responsividade, gênero e autoria, de maneira profunda e crítica. JUSTIFICATIVA A realização do II CED se justifica pela necessidade de se refletir de maneira criteriosa acerca dos estudos bakhtinianos e este evento possibilitará discutir sobre uma temática sine qua non (a ética e a responsabilidade dos sujeitos, em seus atos discursivos) não apenas para a área dos estudos linguísticos e de Letras, mas também para a responsividade dos sujeitos contemporâneos e seus atos tanto científicos quanto cotidianos. Sua colaboração para a atuação profissional de professores e pesquisadores da área e de áreas afins (como História, Psicologia, Ciências Sociais, Filosofia, entre outras) também justifica a sua realização, pois, além de tratar da obra do referido Círculo, colocará em voga o método de pesquisa dos estudos da linguagem como filosofia concreta de e pela linguagem: ato em ação, a atuação das Letras. No caso específico do GED e do curso de Letras de Assis, o evento colaborará com a formação de alunos-pesquisadores, bem como estimulará novas pesquisas e ainda o fortalecimento de uma linha de pesquisa em construção em estudos bakhtinianos na Unidade. OBJETIVOS Estimular o desenvolvimento de pesquisas nas áreas dos estudos discursivos; Aprofundar estudos realizados pelos pesquisadores do GED e do Slovo; Complementar e ampliar conhecimentos adquiridos na graduação e na pós-graduação da área de Letras – Linguística e Língua Portuguesa; Expandir o diálogo entre Unidades, Universidades e Grupos de Estudos e Pesquisas. Fotos do evento II CED II CED II CED II CED 1/9

  • Maria Carolina José Lopes | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Maria Carolina José Lopes Aluna-Pesquisadora maria-carolina.lopes@unesp.br Unesp FCLAs - Campus de Assis Graduanda do 2º em Letras, com habilitação em Português/Inglês, membro da comissão organizadora da Semana de Letras da UNESP FCLA's, interessada nas áreas de linguística e de educação. Principais projetos A Beleza Fatal de mulheres-vilãs: reflexos-refrações dialógico-valorativas socioculturais : PAULA, Luciane de; LOPES, Maria Carolina José. Pesquisa - Iniciação Científica (COPE CONECTA) 2025 O projeto visa analisar a representação da mulher-vilã na série Beleza Fatal (HBO, 2025), concentrando-se na personagem Dolores (Lola) Fernandes. O estudo utiliza a Análise Dialógica do Discurso, fundamentada em Bakhtin e Volóchinov, e está em diálogo com os estudos feministas e socioculturais (como os de Saffioti, hooks e Wolf), para interpretar a construção ideológica da beleza e do poder feminino. A pesquisa busca entender como a ascensão de Lola, marcada pela manipulação e exploração da indústria estética, reflete e refrata valorações socioculturais estimuladas pelo mercado e pela mídia. O projeto justifica-se pela relevância social de analisar os juízos de valor de "vilania" e "beleza" imputados às mulheres no discurso midiático contemporâneo, especialmente em um gênero de consumo massivo como a novela/série brasileira, buscando compreender as relações entre estética, ética, economia e política na representação da identidade feminina. A polissemia plurissignificativa semântico-figurativa estético-estilística de OTM PAULA, Luciane de; LOPES, Maria Carolina José. Pesquisa - Apoio: CNPq (PIBIC) 2025 - Atual Este projeto se fundamenta teoricamente nos estudos bakhtinianos, voltados à constituição arquitetônica dialógica de canções de OTM (O Teatro Mágico), com foco na polissemia como traço estético-estilístico da poética criativa da banda-trupe. A premissa da qual se parte é a de que as letras da canções de O Teatro Mágico, conhecida banda de folk-rock, caracterizada por encenações teatrais e circenses em suas apresentações, expressam o estilo polissêmico da trupe. A proposta deste projeto é investigar como esse traço (da polissemia) ocorre como elemento estético que caracteriza a poética de OTM. Parte-se do jogo de linguagem, realizado por processos morfológicos e fonéticos de aglutinações (escritas, como em Pratododia e/ou orais, como Amanhã...será) para a construção lexical de duplo sentido (prato do dia e pra todo dia; amanhã será e amanhecerá, por exemplo; a depender do corte gráfico que, na vocalização, não se separa e ganha contornos plurissignificativos pelo todo enunciado); imagens metafóricas (como em Criado-mudo); e utilização de outros processos figurativos (assonâncias e aliterações como em Que o teu afeto me afetou é fato / Agora faça-me um favor / Por favor, em Fé solúvel; antíteses, como em Choro café e você chora leite; entre outros) para a valoração entoada de modo complexo, que narra situações multifacetadas cotidianas, com aparente simplicidade. A ambiguidade é um dos elementos presentes nas letras das canções para a produção da polissemia temático-figurativa de OTM. Palavras ou frases, citadas ou não (de modo direto ou indireto, exato ou alterado), denotam uma plurissignificação sincrética que impossibilita classificações generalizadas de enquadramentos (musicais e estilísticos) para o fazer poético da banda-trupe. As letras das canções Pena e Separô demonstram a ambiguidade polissêmica: Pena, no sentido de dó e de escrita; e Separô, com sentidos de separar na terceiras pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo, grafado como se diz registro gráfico de oralidade; e cê parô, de você parou, também como registro oral que só se define no conjunto enunciativo, ora assumindo uma significação, ora outra, na construção do todo único de cada canção. Todo o cancioneiro de OTM se encontra oficialmente disponível em seus canais e pode ser baixado gratuitamente, de modo aberto, pelo público, uma vez que a banda-trupe participa ativamente do que tem sido conhecido como movimento Música Para Baixar MPB. OTM possui essa marca como tentativa de democratizar a arte por meio da acessibilidade, tendo a relação arte e mercadoria como uma das temáticas presentes em seu cancioneiro (como ocorre em Pena, por exemplo). Topo

  • XXII CED | GED Unesp

    XXII CED - Colóquio de Estudos Discursivos DATA: 03 de março de 2022 LOCAL: YOUTUBE HORÁRIO: 19h CONFERÊNCIA: Poder e Resistência em Foucault e a Estilística da (Des)Obediência nos Discursos - Profa. Dra. Vanice Sargentini (UFSCar) COMISSÃO ORGANIZADORA E REALIZAÇÃO GED - Grupo de Estudos Discursivos Profa. Dra. Luciane de Paula (UNESP FCL Assis) Prof. Dr. Matheus Nogueira Schwartzmann (UNESP FCL Assis)

  • I SIED | GED Unesp

    I SIED - Simpósio Internacional de Estudos Discursivos Datas: 10/06/2011 a 10/06/2011 Local: Salão de Atos – FCL – UNESP – Câmpus de Assis APRESENTAÇÃO O I SIED pretende reunir pesquisadores brasileiros e estrangeiros que se destacam como expressivos estudiosos das obras do Círculo de Bakhtin, que centrarão suas falas em concepções centrais da filosofia de Círculo, de maneira profunda e crítica. JUSTIFICATIVA A realização do I Simpósio justifica-se pela necessidade de se refletir de maneira criteriosa acerca dos estudos bakhtinianos e este evento possibilitará discutir sobre a importância de Bakhtin para a área dos estudos linguísticos e de Letras; sua colaboração para a atuação profissional de professores e pesquisadores da área e de áreas afins (como História, Psicologia, Ciências Sociais, Filosofia, entre outras); além de tratar da obra do referido Círculo no Ocidente e, em especial, no Brasil. Em síntese, o método do e no Círculo de Bakhtin centralizará as atividades do evento. No caso específico do curso de Letras de Assis, o evento colaborará com a formação dos alunos do curso, com as pesquisas e os estudos desenvolvidos por alunos, professores e pesquisadores do Grupo de Estudos Discursivos (GED) e do Grupo de Estudos Bakhtinianos (GEB), bem como estimulará novas pesquisas eainda a criação e/ou fortalecimento de uma linha de pesquisa em estudos bakhtinianos na Unidade. OBJETIVOS Estimular o desenvolvimento de pesquisas nas áreas dos estudos discursivos, sobretudo, relacionadas à análise dialógica do discurso, centrada na filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin; . Aprofundar estudos realizados pelos pesquisadores do GED e do GEB; . Complementar e ampliar conhecimentos adquiridos na graduação em Letras; . Promover reflexões acerca da criação de um Programa de Pós-Graduação em Linguística em Assis; . Fortalecer o Programa de Internacionalização da Unesp; . Expandir o diálogo entre academia e sociedade. PÚBLICO ALVO O perfil do público ao qual este projeto atende é formado por estudantes de graduação e pós-graduação lato (especialização) e stricto sensu (mestrado e doutorado), pesquisadores e professores da área de Letras e de áreas afins. Estima-se que este projeto beneficiará uma quantia de 200 a 300 pessoas. PROGRAMAÇÃO 8h – Credenciamento e entrega de materiais 8h30 – Abertura Oficial com atividade artística 9h – Conferência de Abertura: Forme et genre dans les écrits du Cercle Bakhtine, Medvedev, Volochinov (Forma e gênero nos escritos do Círculo Bakhtin, Medvedev e Volochinov) Bénédicte Vauthier (Universidade de Berna, Suiça) Tradução: Norma Domingos (UNESP – Assis) 12h – Almoço 14h30 – Palestra: Na linguagem e fora dela: reflexões sobre o autor Renata M. F. C. Marchezan (UNESP – Araraquara) 19h30 – Conferência de Encerramento: Estilo, sujeito e autoria: investigações sob a égide de Bakhtin Norma Discini de Campos (USP) 21h30 – Coquetel de encerramento com atividade artística COMISSÃO ORGANIZADORA Luciane de Paula (Coordenação Geral) Eunice L. de S. Toledo (Vice-Coordenação) Sônia R. Moraes (Coordenação Administrativa) COMISSÃO DE TRABALHO Carlos Eduardo Mendes de Moraes (Tesouraria) Claudia V. Penaval Binato (Coordenação Social) Daniela Mantarro Callipo (Divulgação) Eliane Ap. Galvão Ribeiro Ferreira (Divulgação) Ester M. R. Osório (Coordenadora GEB) Marco A. D. Sant’Anna (Coordenação Cultural) Mirtes Rocha Rodrigues (Coordenação Social) Odilon H. F. Curado (Coordenação Cultural) Sandra Aparecida Ferreira (Secretaria) MONITORIA Danyllo Ferreira Leite Basso Fernanda Buzzon Fernandes Igor Burle Ishid Larissa Raquel Siqueira Ponte Silva Marcos Paulo Ramos dos Santos Nicole Mioni Serni Paulo Eduardo Wundermann Valério Rafael Marcurio da Cól REALIZAÇÃO UNESP – Assis GED – Grupo de Estudos Discursivos GEB - Grupo de Estudos Bakhtinianos Departamento de Linguística Departamento de Letras Modernas Instituto de Estudos Vernáculos “Antonio Soares Amora” – IEVASA RESPONSÁVEL: Luciane de Paula Cartaz Fotos do Evento I SIED I SIED I SIED I SIED 1/6

  • Edson Carlos Romualdo | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Edson Carlos Romualdo Professor Pesquisador ecromualdo@uem.br Universidade Estadual de Maringá (UEM) Edson Carlos Romualdo fez sua graduação em Letras, seu mestrado e doutorado na área de Filologia e Linguística Portuguesa na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita filho – UNESP de Assis e seu pós-doutorado na UNICAMP. É Professor Associado da Universidade Estadual de Maringá (UEM), onde coordena o projeto de pesquisa interinstitucional “Linguagem, mídia e novas tecnologias” e o projeto de ensino “Linguística e tradução: bases teórico-práticas. É o segundo líder do grupo de pesquisa GEPOMI – Grupo de Estudos Político-Midiáticos e participa do grupo Linguagem e Direito. Principais projetos Linguagem, mídia e novas tecnologias ROMUALDO, Edson Carlos; SANTOS, Elaine de Moraes; BIONDO, Fabiana Poças; BRANDÃO, Flávio; SILVEIRA, Juliana da; SOUZA, Renata Adriana de; SILVA, Vera Lúcia da; COÊLHO, Célia Tamara; MARQUES, Gabriela Souza; CAMPOS, Jefferson Gustavo dos Santos; LIMA, Juliana de Mello Chagas; BERVEGLIERI, Sônia; FRANCO, Neil Armstrong; ZANUTTO, Flávia; DIAS, Wesley Mateus; BARBARA, Karine Giroto; PACOLA, Fabiana Burdini Margonato Pesquisa 2020 - 2024 Este projeto reúne um grupo de pesquisadores da linguagem que já vem trabalhando conjuntamente em projetos interinstitucionais de pesquisa há vários anos. Seu objetivo geral é integrar pesquisadores de diferentes instituições de ensino superior, alunos da pós-graduação, da graduação e professores da Educação Básica na realização de pesquisas que tematizem a linguagem, a mídia e as novas tecnologias. Sua proposta abrangente deriva da necessidade atual de congregar academicamente pesquisadores com interesses afins e se justifica pela importância que os três pontos temáticos têm para a sociedade atual em geral e, mais especificamente, para questões relacionadas à interação social e, também, ao ensino-aprendizagem. As pesquisas são propostas e desenvolvidas sob as vertentes teóricas da Linguística Aplicada, das teorias do Cícrulo de Bakhtin, das Teorias do Texto e da Análise do Discurso de vertente francesa, procurando discutir criticamente e analisar: a) questões específicas de usos da linguagem em ambientes digitais; b) questões da mídia digital; c) gêneros discursivos que circulem em ambientes digitais; d) fenômenos linguísticos em gêneros midiáticos e digitais; e) circulação de gêneros em ambientes digitais; c) materiais didáticos digitais e sua relação com as práticas pedagógicas; d) práticas de letramento e ensino e aprendizagem em ambientes digitais; e) propostas pedagógicas que utilizem TIC. Linguística e Tradução: bases teórico-práticas ROMUALDO, Edson Carlos; CANTAROTTI, Aline; KIMINAMI, Aline Yuri Ensino 2022-2024 Ao longo da história, a tradução tem sido vista sob diferentes perspectivas, que foram revendo seu conceito e ampliando e transformando a maneira como ela deve ser feita. Focando inicialmente na equivalência linguística (prescritivismo), passando pelas discussões sobre a função do texto e o objetivo da tradução (descritivismo) e pela discussão das condições de produção e recepção dos textos (vertente crítica/pós-moderna), chegamos aos estudos mais recentes, inspirados na corrente desconstrucionista, em que se nega a ideia de uma essência que deve ser descoberta e transposta pelo tradutor e se enfatiza a noção de interpretação do leitor (SANTOS; ROMUALDO, 2019). Nessa perspectiva, adotada teórica e metodologicamente neste projeto, juntamente com a Análise Linguística como auxiliar para a leitura e a escrita, abordamos a tradução como um processo inacabado, entremeado pela alteridade e seus condicionamentos. Assim, nosso objetivo geral é traduzir o livro de crônicas Nós, animais, da escritora Evely Libaroni, de forma a promover a melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem da tradução de alunos do curso de Letras, habilitações única e dupla de Língua Inglesa. Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de. Extensão Universitária - Apoio: PROEC 2023-2026 (em andamento) Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo

  • Marx Izidoro da Silva | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Marx Izidoro da Silva Aluna Pesquisadora marx.silva@unesp.br Universidade Estadual Paulista (Unesp) Graduada em Letras Francês pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), campus de Assis. Atua como bolsista de apoio técnico (PROPe), sob a coordenação da Profa. Dra. Luciane de Paula, integrando o Grupo de Estudos Discursivos (GED). Nesse contexto, participou também do projeto de extensão "Vamos Transformar o Mundo" (PROEC), no período de 2023 a 2024 (2 edição).Durante a graduação, desenvolveu a pesquisa intitulada "Aquisição do plural nominal e a atenção conjunta", sob orientação da Profa. Dra. Rosângela Nogarini Hilário (PIBIC/CNPq, 20242025). Atuou como mentora discente do curso de Letras da UNESP/Assis no Programa de Mentoria Acadêmica (PROGRAD), entre 2024 e 2025. Além disso, foi professora voluntária no Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores (CLDP), no período de 2024 a 2025, e bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) entre 2022 e 2024. Atualmente, é mestrando no Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa da Unesp de Araraquara (PPGLLP), no qual desenvolve a pesquisa intitulada" Bixa Preta”: Identidade, Performatividade e Formas de Vida na Canção de Linn da Quebrada" , sob orientação da Profa. Dra. Matheux Nogueira Schwartzmann. Principais projetos Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável Paula, Luciane de. Extensão 2024 Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9 ano) e o ensino médio (1, 2 e 3 anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Aquisição do plural nominal em PB e a atenção conjunta SILVA, Marx Izidoro da; HILÁRIO, Rosângela Nogarini. Pesquisa 2024 - 2025 Este trabalho busca contribuir para as discussões sobre o papel da atenção conjunta na aquisição da linguagem, em especial, na (co)construção de sentidos para os enunciados com marca de plural nominal em PB na interação entre mãe e criança, a partir da análise dos dados de uma criança brasileira (Me., 2;02 a 2;11). Ele se insere em uma pesquisa mais ampla sobre a aquisição do plural nominal por crianças brasileiras e portuguesas adquirindo, portanto o português do Brasil (PB) e o português europeu (PE) (XXXX, 2013, 2020a, 2020b; XXX; Romero, 2014; XXXX; Del Ré, 2023, entre outros). A pesquisa identificou, em dados coletados longitudinalmente e em ambiente naturalístico, os tipos de ocorrências de sintagmas nominais plurais na fala de duas crianças brasileiras (sintagmas dos tipos Dplural+Nplural,Dplural+Nsingular e Dsingular+Nplural) e uma criança portuguesa (sintagmas dos tiposDplural+Nplural e Dsingular+Nplural), identificando contextos discursivos, atividades easpectos multimodais (gestos de apontar) que contribuíam para a produção e (co)construção do sentido do plural nominal no período de aquisição. Atos de linguagem de divulgação e popularização de pesquisas discursivo-dialógicas: o GED na democratização das humanidades SILVA, Marx Izidoro da; PAULA, Luciane de. Inovação e Desenvolvimento 2025 - Atual A delimitação temática que constitui o objeto da investigação se refere a ações e práticas de linguagem de democratização das ciências humanas, especificamente, das pesquisas discursivo-dialógicas e, mais particularmente, as pesquisas desenvolvidas pelos estudiosos (professores e estudantes) ligados ao GED Grupo de Estudos Discursivos, coordenado pela proponente. O GED se caracteriza como catalizador de uma rede de pesquisas locais, regionais, nacionais e internacionais que constrói um perfil epistemológico centrado em múltiplas semioses, entendidas em síncrese, como manifestações integrais de uma concepção de linguagem, que Paula tem denominado como verbivocovisual. Tendo em vista a particularidade da rede que compõe o GED e sua atuação engajada com a democratização da ciência e da linguagem que a constitui, o objeto central desta proposta se caracteriza pelos atos de linguagem de divulgação e de popularização, em redes sociais (TikTok, Instagram, YouTube, Spotify, Facebook, LinkedIn e X) e em ambiente digital (site do GED, com fóruns de discussão, área de divulgação, dentre outras possibilidades de interação), das pesquisas discursivo-dialógicas que concernem à rede do GED em diálogo com outros pesquisadores, grupos, núcleos e redes, com vistas a, a partir da experiência prática reflexiva de divulgação, democratizar a pesquisa em um debate amplo com a comunidade, de forma aberta, acerca de problemas de linguagem que não apenas adentram, mas, principalmente, integram a sociedade. Com isso, este projeto contribui com uma prática democrática, ao linkar o fazer acadêmico das humanidades, particularmente, da seara discursivo-dialógica, com os atos cotidianos e digitais de linguagem. "Bixa Preta”: Identidade, Performatividade e Formas de Vida na Canção de Linn da Quebrada" SILVA, Marx Izidoro da; SCHWARTZMANN, Matheux Nogueira. Projeto de Mestrado 2026 - 2028 Graduada em Letras Francês pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), campus de Assis. Atua como bolsista de apoio técnico (PROPe), sob a coordenação da Profa. Dra. Luciane de Paula, integrando o Grupo de Estudos Discursivos (GED). Nesse contexto, participou também do projeto de extensão "Vamos Transformar o Mundo" (PROEC), no período de 2023 a 2024 (2 edição).Durante a graduação, desenvolveu a pesquisa intitulada "Aquisição do plural nominal e a atenção conjunta", sob orientação da Profa. Dra. Rosângela Nogarini Hilário (PIBIC/CNPq, 20242025). Atuou como mentora discente do curso de Letras da UNESP/Assis no Programa de Mentoria Acadêmica (PROGRAD), entre 2024 e 2025. Além disso, foi professora voluntária no Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores (CLDP), no período de 2024 a 2025, e bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) entre 2022 e 2024. Atualmente, é mestrando no Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa da Unesp de Araraquara (PPGLLP), no qual desenvolve a pesquisa intitulada" Bixa Preta”: Identidade, Performatividade e Formas de Vida na Canção de Linn da Quebrada" , sob orientação da Profa. Dra. Matheux Nogueira Schwartzmann. Topo

  • Maria da Penha Casado Alves | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Maria da Penha Casado Alves Professora Pesquisadora penhacasado@gmail.com Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Possui Mestrado em Estudos da Linguagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1996) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo. Pós-doutorado em Linguística Aplicada na UNICAMP sob a supervisão da Profa. Dra. Roxane Rojo. É Professora Associada da área de Língua Portuguesa do Departamento de Letras. Atua na Graduação e na Pós-graduação no Programa de Estudos da Linguagem da UFRN e coordena nacionalmente o Mestrado Profissional em Letras-ProfLetras. É Líder do Grupo de Pesquisa "Práticas Discursivas na Contemporaneidade" e pesquisadora do GED da UNESP. Tem experiência na área de Linguística Aplicada, atuando, principalmente, nos seguintes temas: gêneros do discurso, ensino de Língua Portuguesa, leitura, escrita, gêneros discursivos, enunciados estéticos, Frida Kahlo, tendo como referência os pressupostos teóricos do Círculo de Bakhtin. Principais projetos Comunidade de leitores na esfera escolar pública: sagas, séries, fanfics ALVES, Maria da Penha Casado. Pesquisa 2017-atual (em andamento) Este projeto tem como propósito potencializar a constituição de comunidades de leitores de sagas e de livros em série. Interessa fortalecer, de forma dialógica e responsiva, a consolidação de comunidades de leitores em escolas públicas do município de Natal, a partir dos movimentos leitores que já se gestam nesse espaço. Confrontando o senso comum de que o jovem não lê ou que a escola não forma leitores proficientes, as práticas leitoras de livros que se colocam fora da coleção escolar e que são concebidos como mera literatura de entretenimento ou de passagem para o que é socialmente valorizado como a ?boa leitura? têm se apresentado como possibilidade para a formação de leitores que constroem sua trajetória de leitura à revelia da escola ou do cânone. Interessa, também, compreender como esses jovens se organizam em comunidades de leitores em torno de uma obra que os une para a leitura, para a produção e para o compartilhamento de saberes e de experiências, constituindo-se tais comunidades, assim, como uma forma de sociabilidade de uma cultura juvenil que engendra novas formas de atuar na contemporaneidade. Gêneros discursivos, linguagens e processos de hibridização em perspectiva dialógica ALVES, Maria da Penha Casado. Pesquisa 2016-atual (em andamento) A linguagem como constitutiva da natureza humana sempre esteve no foco dos estudos do Círculo de Bakhtin. A linguagem é compreendida por esse círculo como construção histórica e como constitutiva/constituinte do homem nas diferentes esferas da atividade humana. Tal concepção, que considera a historicidade, os lugares, os eventos como singulares é pertinente para que se reflita e se construa conhecimento sobre os diferentes eventos discursivos materializados em gêneros das mais diferentes configurações temática, estilística e composicional. O presente projeto se propõe a construir conhecimento sistematizado sobre gêneros discursivos de diferentes configurações que evidenciam processos de hibridização de linguagens e que são produzidos/circulam nas mais variadas esferas da atividade humana (escolar, publicitária, acadêmica, artística, sindical, cotidiana). Bakhtin faz opção por uma visão de língua não como um sistema de categorias gramaticais abstratas; mas como língua ideologicamente preenchida, língua enquanto cosmovisão. Por isso, a língua única deixa visível “(...) as forças de unificação verboideológica concreta e da centralização que ocorre numa relação indissolúvel com os processos de centralização sociopolítica e cultural.” (BAKHTIN, 2015, p. 40). Nessa direção, com a fundamentação teórica advinda de Bakhtin e o Círculo sobre linguagem, enunciado, gêneros discursivos, relações dialógicas; e dos estudos culturais, sobre cultura, culturas híbridas, identidades, coleção e o ato de descolecionar e de cultura de convergência, o projeto se volta para a análise dos modos de organização de diferentes gêneros discursivos tendo em vista um projeto de dizer que configura sua arquitetônica e seu direcionamento. Jovens leitores vorazes: a comunidade de leitores na esfera escolar pública ALVES, Maria da Penha Casado. Extensão Universitária 2016-atual (em andamento) Este projeto tem como propósito potencializar a constituição de comunidades de leitores de sagas e de livros em série. Interessa fortalecer, de forma dialógica e responsiva, a consolidação de comunidades de leitores na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti, no município de Natal, a partir dos movimentos leitores que já se gestam nesse espaço. Confrontando o senso comum de que o jovem não lê ou que a escola não forma leitores proficientes, as práticas leitoras de livros que se colocam fora da coleção escolar e que são concebidos como mera literatura de entretenimento ou de passagem para o que é socialmente valorizado como a ?boa leitura? têm se apresentado como possibilidade para a formação de leitores que constroem sua trajetória de leitura à revelia da escola ou do cânone. Interessa, também, compreender como esses jovens se organizam em comunidades de leitores em torno de uma obra que os une para a leitura, para a produção e para o compartilhamento de saberes e de experiências, constituindo-se tais comunidades, assim, como uma forma de sociabilidade de uma cultura juvenil que engendra novas formas de atuar na contemporaneidade. A linguagem do GED - Grupo de Estudos Discursivos: inovação e desenvolvimento tecnológico, divulgação e popularização da ciência PAULA, Luciane de. Inovação e desenvolvimento 2023-2025 (em andamento) Este projeto propõe congregar pesquisas individuais e estabelecer redes entre grupos, de modo institucional, em âmbito nacional e internacional, por meio do GED - Grupo de Estudos Discursivos; assim como pretende desenvolver estratégias discursivas de inovação e desenvolvimento tecnológicos, espaços de divulgação e popularização da ciência, tendo as redes sociais (Youtube, Instagram, Twitter, Facebook, Spotify, LinkedIn e TikTok) integradas no site do GED, com espaço para debate (em fóruns de discussão), organização de eventos, área de trabalho e divulgação de pesquisas e práticas de ensino e de extensão em desenvolvimento, com sugestões de produções e ações sociais. A construção de uma modalização do site do GED pretende servir como modo de ilustrar como capitanear engajamento sociocultural e educacional por meio de um centro de atividades de inovação de linguagens do fazer científico, em especial, discursivos. O objetivo central é socializar e construir saberes coletivamente, com ênfase em enunciados multimodais. Os intuitos específicos se voltam às produções de maneira mais acessível e horizontalizada e à conscientização da função primordial da Universidade: refletir sobre e contribuir com as necessidades sociais da comunidade, em âmbito global (com respeito às singularidades local, regional, estadual, nacional e internacional). A relevância diz respeito à e os resultados esperados pretendem integrar academia(s) e sociedade(s). Topo

  • Regimento | GED Unesp | Grupo de Estudos Discursivos

    Regimento do Grupo de Estudos Discursivos - o GED UNESP, com sede em Assis, no Departamento de Estudos Linguísticos e Literários (Dell). Acesse o site e confira as publicações, membros, conteúdos e áreas de trabalho. Acompanhe o cronograma de estudos, sugestões de periódicos, blogs, sites, o GED Extensão, GED Ensino e muito mais. Regimento Interno do Grupo de Estudos Discursivos - GED CAPÍTULO I – DA DEFINIÇÃO, CONSTITUIÇÃO E NATUREZA Art. 1º – O GED – Grupo de Estudos Discursivos, doravante GED ou Grupo, vinculado à Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Unidade da UNESP – Universidade Estadual Paulista, é um grupo de pesquisadores, educadores, estudantes de graduação e de pósgraduação, profissionais da área e pessoal de apoio técnico, fundado na experiência acadêmica, bem como na competência técnico-científica de seus membros na área de concentração referente aos estudos da linguagem e nas linhas de pesquisa “Teoria e Análise Linguística” e “Estrutura e Funcionamento Discursivos e Textuais”, com ênfase em perspectivas discursivas, tais como Análise Dialógica do Discurso, Análise de Discurso de linha francesa, Análise Crítica do Discurso, Semiótica da Cultura, Semiótica francesa e Semiótica norte-americana. Art. 2º – O GED está devidamente constituído e cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e certificado pela UNESP. Art. 3º – O Grupo de Estudos Discursivos é de natureza acadêmica e a dimensão de sua atuação estende-se aos diversos setores da sociedade civil que integram campo de interesse das letras, da educação, da cultura, da comunicação e das artes. Parágrafo 1º - Os membros representantes (Diretoria) do GED são indicados por eleição dentre seus membros ou designados pelo Coordenador do grupo e não podem estar incursos em quaisquer impedimentos perante a Universidade Estadual Paulista. Parágrafo 2º - O Grupo pode instituir comissões temporárias para deliberar sobre assuntos específicos, quando se fizer necessário e solicitado. CAPÍTULO II – DAS ATRIBUIÇÕES E DOS OBJETIVOS Art. 4º – O GED assume como atribuições: I – Proposição e desenvolvimento de programas e projetos de pesquisa e de extensão no âmbito discursivo; II – Constituição de fóruns, cursos e grupos de estudos temáticos vinculados ao campo de interesse e atuação; III – Organização de eventos de natureza acadêmico-institucional; de capacitação e treinamento; técnico-científico; ou artístico-cultural; IV – Produção de publicações específicas, impressas ou eletrônicas, para disseminação de sua produção e de outros pesquisadores da área, bem como para consolidação do campo discursivo; V – Participação e/ou apoio humano e material às mais diversas organizações e mobilizações parceiras ou da área no âmbito acadêmico e sociocultural. Art. 5º – Os objetivos do GED são: I – Desenvolver estudos e pesquisas no campo do discurso; II – Organizar eventos, publicações, cursos ou grupos específicos para debates e reflexões, inclusive com a participação de especialistas nacionais e internacionais; III – Promover a difusão e a socialização do conhecimento junto à comunidade local, regional, nacional e internacional, por meio de organização de eventos científicos, intercâmbios, convênios, parcerias e pesquisas; IV – Divulgar os resultados das pesquisas e análises teórico-analíticas dos integrantes do Grupo e de outros especialistas da área em publicações específicas editadas por ele, bem como em plataformas e redes sociais em que tenha espaço próprio; V – Aprimorar a formação de recursos humanos para a atuação na área de Linguística, Letras e Artes; VI – Estabelecer intercâmbios e convênios com outros grupos e instituições públicas ou privadas, nacionais e/ou internacionais; VII – Participar, apoiar e orientar programas de ensino, pesquisa e extensão, em nível de graduação e pós-graduação, com elaboração de trabalhos científico-acadêmicos que versem sobre temáticas afins ao Grupo; VIII - Agregar, organizar, administrar, captar fomentos internos e externos no âmbito discursivo; IX – Integrar docentes e discentes da área às suas atividades de pesquisa, por período indeterminado; X – Estabelecer redes de cooperação entre grupos de estudos e pesquisas afins; XI – Manter diálogo constante com a Pró-Reitoria de Pesquisa e com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista, para aprimorar as formas de fomento interno e/ou externo aos projetos de pesquisa desenvolvidos pelo Grupo. CAPÍTULO III – DA COMPOSIÇÃO Art 6º – O GED é composto por pesquisadores, estudantes, profissionais da área e técnicos, na condição de membros efetivos, colaboradores ou estudantes, conforme categorias norteadas pelo seu Estatuto. Art. 7º – O ingresso e a manutenção como membro do Grupo está sujeito aos critérios determinados pela Diretoria, fundamentados nos vínculos de pesquisa e orientação. Art. 8º – Para efetivar a condição de membro, o postulante deve, além do comprometimento necessário com os objetivos e os pressupostos político-acadêmicos do Grupo, possuir currículo lattes atualizado, ter indicação aprovada pela Diretoria do GED e solicitar oficialmente seu cadastro como associado. Parágrafo Único – Não existe limite para o número de membros do Grupo. Art. 9º – O membro participante do grupo, seja de qual categoria for, pode, em qualquer momento, desligar-se do GED por meio de solicitação oficial do interessado ou por decisão da Diretoria, em Assembleia, cabendo ao Presidente comunicar o seu desligamento por carta ou e-mail, quando alguma falta ética grave for cometida. CAPÍTULO IV – DA COMPETÊNCIA Art. 10º – O GED possui uma Diretoria, composta por um (01) Coordenador, que é o Presidente do Grupo, de caráter vitalício; um (01) Vice-Presidente, um (01) Secretário e um (01) Tesoureiro eleitos pelos integrantes do Grupo ou indicados pelo Coordenador, a contar da data de sua aprovação em Assembleia, conforme consta na Estatuto do Grupo. Art. 11º – Ao Coordenador do GED compete: I – Coordenar as reuniões e demais atividades do GED, podendo delegar tarefas ao Vice-Coordenador ou a quaisquer de seus membros; II – Representar o GED sempre que se fizer necessário, em qualquer instância, perante órgãos ou entidades públicas e privadas; III – Apresentar aos associados e à UNESP, bem como às agências de fomento (FAPESP, CNPq e CAPES) os relatórios, estudos, pesquisas, proposições e demais documentos contemplados pelos integrantes do GED; IV – Divulgar, periodicamente, relatórios contendo o resultado de análises de dados pesquisados e sugerir medidas que resultem na melhoria do ensino, da pesquisa e da extensão na área de Linguística, Letras e Artes, voltados ao campo discursivo; V – Incentivar, apoiar e promover eventos de interesse do GED; VI – Promover intercâmbio com instituições de ensino e congêneres no país e no exterior, visando o desenvolvimento do ensino e da pesquisa; VII – Criar e manter atualizado um banco de dados para preservação da história do Grupo e divulgação de sua produção e atuação; VIII – Convocar reuniões ordinárias e extraordinárias do GED, na forma deste Regimento Interno e de acordo com o seu Estatuto; IX – Designar Secretário ad hoc, se necessário. Art. 12º – Ao Vice-Coordenador do GED compete: I – Substituir o Coordenador em suas faltas e impedimentos, bem como exercer outras atividades a ele designadas; II – Pleitear sempre pelo aprimoramento do espaço físico e das condições de infraestrutura para o Grupo. Art. 13º – Ao Secretário compete: I – Dar assistência os trabalhos do GED; II – Substituir o Vice-Coordenador em suas faltas e impedimentos; III – Responsabilizar-se pela atualização e distribuição da correspondência do Grupo; IV – Providenciar e divulgar relatórios previstos; V – Manter diálogo constante com a Pró-Reitoria de Pesquisa e de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista, para aprimorar as formas de fomento aos projetos de pesquisa desenvolvidos no Grupo e na Instituição; VI – Manter um cadastro atualizado das instituições, órgãos ou entidades públicas e privadas que envolvam atividade científica e/ou pesquisa em parceria ou não com o GED, no campo discursivo; VII – Revisar, compilar e reavaliar os dados consolidados de pesquisa; VIII – Fazer publicar, após aprovação, as alterações deste Regimento Interno e de membros do GED, quando necessário. Art. 14º – Compete ao Tesoureiro: I – Preparar os orçamentos necessários à boa execução de projetos do Grupo; II – Abrir, movimentar e encerrar contas bancárias do GED, junto com o Presidente; III – Arrecadar e contabilizar as contribuições dos sócios, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração de tais rendas; IV – Descontar, endossar e quitar títulos de crédito do GED, junto com o Presidente; V – Apresentar relatórios de receita e despesas, sempre que forem solicitados; VI – Apresentar o relatório financeiro para ser submetido à Assembleia Geral; VIII – Organizar os registros contábeis do GED. Art. 15º – Pode perder sua função de membro da Diretoria do GED o integrante que não comparecer independente de justificativa, a duas (02) reuniões ordinárias ou extraordinárias consecutivas, ou a quatro (04) reuniões ordinárias ou extraordinárias intercaladas, no período de 12 meses. Art. 16º – Desde que justificada a urgência, relevância ou importância, a Diretoria do GED pode deliberar “ad referendum” das reuniões ordinárias, prevista neste Regimento Interno e no Estatuto do Grupo. Art. 17º – Aos membros integrantes do GED compete: I – Comparecer a todas as reuniões ordinárias ou extraordinárias do GED para as quais forem convocados na forma deste Regimento Interno; II – Apresentar sugestões e discutir planos de trabalho e cronogramas de estudos a serem desenvolvidos pelo GED; III – Assessorar de forma colaborativa os membros do grupo na elaboração e implementação de projetos de pesquisa e na obtenção de financiamentos; IV – Contribuir para a quantidade e para a qualidade dos projetos de pesquisa desenvolvidos na Instituição por meio da produção individual e coletiva do grupo; V – Aumentar a divulgação e a publicação dos trabalhos desenvolvidos, em Eventos Científicos, em Livros e Revistas Indexados; VI – Contribuir com a qualidade do ensino e da pesquisa como um todo. CAPÍTULO VI – DO FUNCIONAMENTO Art. 18º – As reuniões regulares do Grupo ocorrem com periodicidade semanal. As datas, o local e o horário dos encontros ficam pré-determinados na primeira reunião de cada semestre, cuja participação dos membros é imprescindível e constam do Plano de Atividades semestral discutido e aprovado em reunião, com cronograma elaborado e divulgado na página do GED. Parágrafo 1º – Os recessos ou suspensões das reuniões regulares serão comunicados previamente aos membros do grupo, com antecedência mínima de 48 horas. Parágrafo 2º – As alterações de data, local e horário das reuniões regulares são de competência da Diretoria e são comunicadas previamente a seus membros, com antecedência mínima de 48 horas quando se tratar de reunião ordinária e 24 horas quando for reunião extraordinária, comunicada pelo Presidente. Art. 19º – Todas as reuniões, ordinárias e extraordinárias, do GED são convocadas pelo Presidente, estipuladas em calendário, sendo as reuniões ordinárias semanais, convocadas com, no mínimo, 24 (extraordinária) ou 48 (ordinária) horas de antecedência, por e-mail. O quorum para deliberação, quando for o caso, em ambas as reuniões, ocorre com a quantidade de membros exigida no Estatuto do Grupo. Parágrafo Único – Sempre que se faz necessário, o Presidente do GED, após discussão dos assuntos em pauta, coloca-os em votação, sendo aprovadas as deliberações tomadas por maioria simples (metade mais um) dos presentes. Ao Coordenador/Presidente é garantido o “voto de Minerva” (voto de desempate). CAPÍTUL O VII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 20º – Os integrantes do GED devem zelar pelo bom andamento dos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo, respeitando suas deliberações, seu patrimônio e os prazos estabelecidos no cronograma de atividades apresentado e em desenvolvimento. Art. 21º – Este Regimento Interno pode ser alterado mediante proposta de emenda complementar ou supletiva, a qualquer dos artigos constantes, apresentada ao Presidente, por qualquer dos membros do GED, a qualquer tempo, desde que devidamente argumentada, pautada e aprovada em reunião especialmente convocada para este fim. O quorum mínimo deverá ser composto pela maioria absoluta de seus membros (dois terços) e voto da maioria simples (metade mais um) dos presentes, garantido o voto de desempate ao Presidente. Art. 22º – Os casos omissos deste Regimento serão resolvidos calcados no Estatuto do GED ou pelo Coordenador/Presidente do Grupo. Art. 23º – Este Regimento Interno entra em vigor a partir da data de sua aprovação em reunião extraordinária. Assis, 13 de maio de 2016. Luciane de Paula Fundadora, Presidente e Coordenadora do GED Data da aprovação: 13/05/2016. BAIXE O REGIMENTO EM PDF

  • Lúcia Helena Oliveira Silva | GED Unesp

    Lattes ORCID Google Acadêmico Lúcia Helena Oliveira Silva Professora Pesquisadora lho.silva@unesp.br Universidade Estadual Paulista (Unesp) a Oliveira Silva fez História pela PUC- Campinas, mestrado em História da Educação sobre o processo de emancipação de mulheres escravas e o doutorado em História com um estudo sobre migração de libertos no período pós-abolição, ambos pela Universidade Estadual de Campinas. Realizou pós-doutorado na New York University sobre associativismo afro-brasileiro e afro-americano nas primeiras décadas do século XX. É professora Livre docente da Universidade Estadual Paulista- campus Assis. Participa do NUPE Núcleo Negro de Pesquisa e Extensão da Unesp sendo coordenadora local. Foi participante do Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo 2013-2016. É membro do CITCEM Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória» da Universidade do Porto, foi coordenadora do CEDAP Centro de Documentação de Pesquisa. Suas áreas de interesse são História da África, Escravidão e Pós-emancipação, Diáspora Atlântica, Ensino de História e Gênero. Coordenou o Programa de Pós Graduação em História da Faculdade de Letras e Ciências de Assis de maio 2013 a maio de 2017, coordena o curso de história da FCL- Assis. É bolsista produtividade nível 2. Principais projetos Fontes e pesquisa das histórias missionárias na África: Missionários Espiritanos em Angola (1960-2000) SILVA, Lúcia Helena Oliveira. Pesquisa 2019-atual (em andamento) Esta proposta de pesquisa objetiva um estudo do trabalho missionário da ordem religiosa Missionários Espiritanos em Angola. Entendendo que o contato entre europeus e povos africanos foi um longo processo que envolveu conflitos e mediações culturais e materiais busca-se compreender as relações entre missionários e populações de Angola no período de 1960 a 2000 que corresponde ao período das guerras de independência, da experiência socialista e o término da guerra visto pelas narrativas dos missionários. Homens de Cor e Militância SILVA, Lúcia Helena Oliveira. Pesquisa 2014-atual (em andamento) Este projeto busca analisar a dinâmica social, política e cultural de grupos de afrodescendentes no Brasil no período pós emancipação. Organizados em entidades, libertos e seus descendentes se reuniam para enfrentar o racismo, reconfigurar identidades, obter postos de trabalho enfim se inserir na sociedade. Tal inserção traduzia os vários sentidos da liberdade que envolvia novos pertencimentos. A partir da estratégia de organização também foi possível configurar os grupos como partícipes da identidade nacional embora nem sempre as concepções de identidade nacional abrangeram os não-brancos como cidadãos. (Re)visitando, a história afro-brasileira e promovendo o debate sobre as relações étnicas e raciais contemporâneas RODRIGUES, André Figueiredo; SILVA, Lúcia Helena Oliveira. Ensino 2022-atual (em andamento) Este projeto visa analisar discutir conteúdos trabalhados da história do Brasil colônia e império e pós-abolição sugeridos no Currículo Paulista e na BNCC. Busca-se evidenciar os novos protagonismos da população afrodescendente e africana nos processos de luta para liberdade, cidadania e as contribuições na arquitetura, saúde e em todos das esferas da sociedade. Deste modo, recupera-se as experiências sociais dos trabalhadores africanos e seus descendentes indivíduos que foram mão de obra neste país desde o século XVI sendo nas expressões de Antonil, as mãos e pés do Brasil. Ele busca recuperar as ausências históricas denotadas a partir da Abolição, especialmente no momento de auge das ideologias do racismo científico. Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de (Coordenadora) et al. Extensão Universitária - Apoio: PROEC 2023-2026 (em andamento) Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo

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