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- Edson Carlos Romualdo | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Edson Carlos Romualdo Professor Pesquisador ecromualdo@uem.br Universidade Estadual de Maringá (UEM) Edson Carlos Romualdo fez sua graduação em Letras, seu mestrado e doutorado na área de Filologia e Linguística Portuguesa na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita filho – UNESP de Assis e seu pós-doutorado na UNICAMP. É Professor Associado da Universidade Estadual de Maringá (UEM), onde coordena o projeto de pesquisa interinstitucional “Linguagem, mídia e novas tecnologias” e o projeto de ensino “Linguística e tradução: bases teórico-práticas. É o segundo líder do grupo de pesquisa GEPOMI – Grupo de Estudos Político-Midiáticos e participa do grupo Linguagem e Direito. Principais projetos Linguagem, mídia e novas tecnologias ROMUALDO, Edson Carlos; SANTOS, Elaine de Moraes; BIONDO, Fabiana Poças; BRANDÃO, Flávio; SILVEIRA, Juliana da; SOUZA, Renata Adriana de; SILVA, Vera Lúcia da; COÊLHO, Célia Tamara; MARQUES, Gabriela Souza; CAMPOS, Jefferson Gustavo dos Santos; LIMA, Juliana de Mello Chagas; BERVEGLIERI, Sônia; FRANCO, Neil Armstrong; ZANUTTO, Flávia; DIAS, Wesley Mateus; BARBARA, Karine Giroto; PACOLA, Fabiana Burdini Margonato Pesquisa 2020 - 2024 Este projeto reúne um grupo de pesquisadores da linguagem que já vem trabalhando conjuntamente em projetos interinstitucionais de pesquisa há vários anos. Seu objetivo geral é integrar pesquisadores de diferentes instituições de ensino superior, alunos da pós-graduação, da graduação e professores da Educação Básica na realização de pesquisas que tematizem a linguagem, a mídia e as novas tecnologias. Sua proposta abrangente deriva da necessidade atual de congregar academicamente pesquisadores com interesses afins e se justifica pela importância que os três pontos temáticos têm para a sociedade atual em geral e, mais especificamente, para questões relacionadas à interação social e, também, ao ensino-aprendizagem. As pesquisas são propostas e desenvolvidas sob as vertentes teóricas da Linguística Aplicada, das teorias do Cícrulo de Bakhtin, das Teorias do Texto e da Análise do Discurso de vertente francesa, procurando discutir criticamente e analisar: a) questões específicas de usos da linguagem em ambientes digitais; b) questões da mídia digital; c) gêneros discursivos que circulem em ambientes digitais; d) fenômenos linguísticos em gêneros midiáticos e digitais; e) circulação de gêneros em ambientes digitais; c) materiais didáticos digitais e sua relação com as práticas pedagógicas; d) práticas de letramento e ensino e aprendizagem em ambientes digitais; e) propostas pedagógicas que utilizem TIC. Linguística e Tradução: bases teórico-práticas ROMUALDO, Edson Carlos; CANTAROTTI, Aline; KIMINAMI, Aline Yuri Ensino 2022-2024 Ao longo da história, a tradução tem sido vista sob diferentes perspectivas, que foram revendo seu conceito e ampliando e transformando a maneira como ela deve ser feita. Focando inicialmente na equivalência linguística (prescritivismo), passando pelas discussões sobre a função do texto e o objetivo da tradução (descritivismo) e pela discussão das condições de produção e recepção dos textos (vertente crítica/pós-moderna), chegamos aos estudos mais recentes, inspirados na corrente desconstrucionista, em que se nega a ideia de uma essência que deve ser descoberta e transposta pelo tradutor e se enfatiza a noção de interpretação do leitor (SANTOS; ROMUALDO, 2019). Nessa perspectiva, adotada teórica e metodologicamente neste projeto, juntamente com a Análise Linguística como auxiliar para a leitura e a escrita, abordamos a tradução como um processo inacabado, entremeado pela alteridade e seus condicionamentos. Assim, nosso objetivo geral é traduzir o livro de crônicas Nós, animais, da escritora Evely Libaroni, de forma a promover a melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem da tradução de alunos do curso de Letras, habilitações única e dupla de Língua Inglesa. Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de. Extensão Universitária - Apoio: PROEC 2023-2026 (em andamento) Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo
- Marx Izidoro da Silva | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Marx Izidoro da Silva Aluna Pesquisadora marx.silva@unesp.br Universidade Estadual Paulista (Unesp) Graduada em Letras Francês pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), campus de Assis. Atua como bolsista de apoio técnico (PROPe), sob a coordenação da Profa. Dra. Luciane de Paula, integrando o Grupo de Estudos Discursivos (GED). Nesse contexto, participou também do projeto de extensão "Vamos Transformar o Mundo" (PROEC), no período de 2023 a 2024 (2 edição).Durante a graduação, desenvolveu a pesquisa intitulada "Aquisição do plural nominal e a atenção conjunta", sob orientação da Profa. Dra. Rosângela Nogarini Hilário (PIBIC/CNPq, 20242025). Atuou como mentora discente do curso de Letras da UNESP/Assis no Programa de Mentoria Acadêmica (PROGRAD), entre 2024 e 2025. Além disso, foi professora voluntária no Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores (CLDP), no período de 2024 a 2025, e bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) entre 2022 e 2024. Atualmente, é mestrando no Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa da Unesp de Araraquara (PPGLLP), no qual desenvolve a pesquisa intitulada" Bixa Preta”: Identidade, Performatividade e Formas de Vida na Canção de Linn da Quebrada" , sob orientação da Profa. Dra. Matheux Nogueira Schwartzmann. Principais projetos Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável Paula, Luciane de. Extensão 2024 Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9 ano) e o ensino médio (1, 2 e 3 anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Aquisição do plural nominal em PB e a atenção conjunta SILVA, Marx Izidoro da; HILÁRIO, Rosângela Nogarini. Pesquisa 2024 - 2025 Este trabalho busca contribuir para as discussões sobre o papel da atenção conjunta na aquisição da linguagem, em especial, na (co)construção de sentidos para os enunciados com marca de plural nominal em PB na interação entre mãe e criança, a partir da análise dos dados de uma criança brasileira (Me., 2;02 a 2;11). Ele se insere em uma pesquisa mais ampla sobre a aquisição do plural nominal por crianças brasileiras e portuguesas adquirindo, portanto o português do Brasil (PB) e o português europeu (PE) (XXXX, 2013, 2020a, 2020b; XXX; Romero, 2014; XXXX; Del Ré, 2023, entre outros). A pesquisa identificou, em dados coletados longitudinalmente e em ambiente naturalístico, os tipos de ocorrências de sintagmas nominais plurais na fala de duas crianças brasileiras (sintagmas dos tipos Dplural+Nplural,Dplural+Nsingular e Dsingular+Nplural) e uma criança portuguesa (sintagmas dos tiposDplural+Nplural e Dsingular+Nplural), identificando contextos discursivos, atividades easpectos multimodais (gestos de apontar) que contribuíam para a produção e (co)construção do sentido do plural nominal no período de aquisição. Atos de linguagem de divulgação e popularização de pesquisas discursivo-dialógicas: o GED na democratização das humanidades SILVA, Marx Izidoro da; PAULA, Luciane de. Inovação e Desenvolvimento 2025 - Atual A delimitação temática que constitui o objeto da investigação se refere a ações e práticas de linguagem de democratização das ciências humanas, especificamente, das pesquisas discursivo-dialógicas e, mais particularmente, as pesquisas desenvolvidas pelos estudiosos (professores e estudantes) ligados ao GED Grupo de Estudos Discursivos, coordenado pela proponente. O GED se caracteriza como catalizador de uma rede de pesquisas locais, regionais, nacionais e internacionais que constrói um perfil epistemológico centrado em múltiplas semioses, entendidas em síncrese, como manifestações integrais de uma concepção de linguagem, que Paula tem denominado como verbivocovisual. Tendo em vista a particularidade da rede que compõe o GED e sua atuação engajada com a democratização da ciência e da linguagem que a constitui, o objeto central desta proposta se caracteriza pelos atos de linguagem de divulgação e de popularização, em redes sociais (TikTok, Instagram, YouTube, Spotify, Facebook, LinkedIn e X) e em ambiente digital (site do GED, com fóruns de discussão, área de divulgação, dentre outras possibilidades de interação), das pesquisas discursivo-dialógicas que concernem à rede do GED em diálogo com outros pesquisadores, grupos, núcleos e redes, com vistas a, a partir da experiência prática reflexiva de divulgação, democratizar a pesquisa em um debate amplo com a comunidade, de forma aberta, acerca de problemas de linguagem que não apenas adentram, mas, principalmente, integram a sociedade. Com isso, este projeto contribui com uma prática democrática, ao linkar o fazer acadêmico das humanidades, particularmente, da seara discursivo-dialógica, com os atos cotidianos e digitais de linguagem. "Bixa Preta”: Identidade, Performatividade e Formas de Vida na Canção de Linn da Quebrada" SILVA, Marx Izidoro da; SCHWARTZMANN, Matheux Nogueira. Projeto de Mestrado 2026 - 2028 Graduada em Letras Francês pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), campus de Assis. Atua como bolsista de apoio técnico (PROPe), sob a coordenação da Profa. Dra. Luciane de Paula, integrando o Grupo de Estudos Discursivos (GED). Nesse contexto, participou também do projeto de extensão "Vamos Transformar o Mundo" (PROEC), no período de 2023 a 2024 (2 edição).Durante a graduação, desenvolveu a pesquisa intitulada "Aquisição do plural nominal e a atenção conjunta", sob orientação da Profa. Dra. Rosângela Nogarini Hilário (PIBIC/CNPq, 20242025). Atuou como mentora discente do curso de Letras da UNESP/Assis no Programa de Mentoria Acadêmica (PROGRAD), entre 2024 e 2025. Além disso, foi professora voluntária no Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores (CLDP), no período de 2024 a 2025, e bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) entre 2022 e 2024. Atualmente, é mestrando no Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa da Unesp de Araraquara (PPGLLP), no qual desenvolve a pesquisa intitulada" Bixa Preta”: Identidade, Performatividade e Formas de Vida na Canção de Linn da Quebrada" , sob orientação da Profa. Dra. Matheux Nogueira Schwartzmann. Topo
- Maria da Penha Casado Alves | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Maria da Penha Casado Alves Professora Pesquisadora penhacasado@gmail.com Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Possui Mestrado em Estudos da Linguagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1996) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo. Pós-doutorado em Linguística Aplicada na UNICAMP sob a supervisão da Profa. Dra. Roxane Rojo. É Professora Associada da área de Língua Portuguesa do Departamento de Letras. Atua na Graduação e na Pós-graduação no Programa de Estudos da Linguagem da UFRN e coordena nacionalmente o Mestrado Profissional em Letras-ProfLetras. É Líder do Grupo de Pesquisa "Práticas Discursivas na Contemporaneidade" e pesquisadora do GED da UNESP. Tem experiência na área de Linguística Aplicada, atuando, principalmente, nos seguintes temas: gêneros do discurso, ensino de Língua Portuguesa, leitura, escrita, gêneros discursivos, enunciados estéticos, Frida Kahlo, tendo como referência os pressupostos teóricos do Círculo de Bakhtin. Principais projetos Comunidade de leitores na esfera escolar pública: sagas, séries, fanfics ALVES, Maria da Penha Casado. Pesquisa 2017-atual (em andamento) Este projeto tem como propósito potencializar a constituição de comunidades de leitores de sagas e de livros em série. Interessa fortalecer, de forma dialógica e responsiva, a consolidação de comunidades de leitores em escolas públicas do município de Natal, a partir dos movimentos leitores que já se gestam nesse espaço. Confrontando o senso comum de que o jovem não lê ou que a escola não forma leitores proficientes, as práticas leitoras de livros que se colocam fora da coleção escolar e que são concebidos como mera literatura de entretenimento ou de passagem para o que é socialmente valorizado como a ?boa leitura? têm se apresentado como possibilidade para a formação de leitores que constroem sua trajetória de leitura à revelia da escola ou do cânone. Interessa, também, compreender como esses jovens se organizam em comunidades de leitores em torno de uma obra que os une para a leitura, para a produção e para o compartilhamento de saberes e de experiências, constituindo-se tais comunidades, assim, como uma forma de sociabilidade de uma cultura juvenil que engendra novas formas de atuar na contemporaneidade. Gêneros discursivos, linguagens e processos de hibridização em perspectiva dialógica ALVES, Maria da Penha Casado. Pesquisa 2016-atual (em andamento) A linguagem como constitutiva da natureza humana sempre esteve no foco dos estudos do Círculo de Bakhtin. A linguagem é compreendida por esse círculo como construção histórica e como constitutiva/constituinte do homem nas diferentes esferas da atividade humana. Tal concepção, que considera a historicidade, os lugares, os eventos como singulares é pertinente para que se reflita e se construa conhecimento sobre os diferentes eventos discursivos materializados em gêneros das mais diferentes configurações temática, estilística e composicional. O presente projeto se propõe a construir conhecimento sistematizado sobre gêneros discursivos de diferentes configurações que evidenciam processos de hibridização de linguagens e que são produzidos/circulam nas mais variadas esferas da atividade humana (escolar, publicitária, acadêmica, artística, sindical, cotidiana). Bakhtin faz opção por uma visão de língua não como um sistema de categorias gramaticais abstratas; mas como língua ideologicamente preenchida, língua enquanto cosmovisão. Por isso, a língua única deixa visível “(...) as forças de unificação verboideológica concreta e da centralização que ocorre numa relação indissolúvel com os processos de centralização sociopolítica e cultural.” (BAKHTIN, 2015, p. 40). Nessa direção, com a fundamentação teórica advinda de Bakhtin e o Círculo sobre linguagem, enunciado, gêneros discursivos, relações dialógicas; e dos estudos culturais, sobre cultura, culturas híbridas, identidades, coleção e o ato de descolecionar e de cultura de convergência, o projeto se volta para a análise dos modos de organização de diferentes gêneros discursivos tendo em vista um projeto de dizer que configura sua arquitetônica e seu direcionamento. Jovens leitores vorazes: a comunidade de leitores na esfera escolar pública ALVES, Maria da Penha Casado. Extensão Universitária 2016-atual (em andamento) Este projeto tem como propósito potencializar a constituição de comunidades de leitores de sagas e de livros em série. Interessa fortalecer, de forma dialógica e responsiva, a consolidação de comunidades de leitores na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti, no município de Natal, a partir dos movimentos leitores que já se gestam nesse espaço. Confrontando o senso comum de que o jovem não lê ou que a escola não forma leitores proficientes, as práticas leitoras de livros que se colocam fora da coleção escolar e que são concebidos como mera literatura de entretenimento ou de passagem para o que é socialmente valorizado como a ?boa leitura? têm se apresentado como possibilidade para a formação de leitores que constroem sua trajetória de leitura à revelia da escola ou do cânone. Interessa, também, compreender como esses jovens se organizam em comunidades de leitores em torno de uma obra que os une para a leitura, para a produção e para o compartilhamento de saberes e de experiências, constituindo-se tais comunidades, assim, como uma forma de sociabilidade de uma cultura juvenil que engendra novas formas de atuar na contemporaneidade. A linguagem do GED - Grupo de Estudos Discursivos: inovação e desenvolvimento tecnológico, divulgação e popularização da ciência PAULA, Luciane de. Inovação e desenvolvimento 2023-2025 (em andamento) Este projeto propõe congregar pesquisas individuais e estabelecer redes entre grupos, de modo institucional, em âmbito nacional e internacional, por meio do GED - Grupo de Estudos Discursivos; assim como pretende desenvolver estratégias discursivas de inovação e desenvolvimento tecnológicos, espaços de divulgação e popularização da ciência, tendo as redes sociais (Youtube, Instagram, Twitter, Facebook, Spotify, LinkedIn e TikTok) integradas no site do GED, com espaço para debate (em fóruns de discussão), organização de eventos, área de trabalho e divulgação de pesquisas e práticas de ensino e de extensão em desenvolvimento, com sugestões de produções e ações sociais. A construção de uma modalização do site do GED pretende servir como modo de ilustrar como capitanear engajamento sociocultural e educacional por meio de um centro de atividades de inovação de linguagens do fazer científico, em especial, discursivos. O objetivo central é socializar e construir saberes coletivamente, com ênfase em enunciados multimodais. Os intuitos específicos se voltam às produções de maneira mais acessível e horizontalizada e à conscientização da função primordial da Universidade: refletir sobre e contribuir com as necessidades sociais da comunidade, em âmbito global (com respeito às singularidades local, regional, estadual, nacional e internacional). A relevância diz respeito à e os resultados esperados pretendem integrar academia(s) e sociedade(s). Topo
- Regimento | GED Unesp | Grupo de Estudos Discursivos
Regimento do Grupo de Estudos Discursivos - o GED UNESP, com sede em Assis, no Departamento de Estudos Linguísticos e Literários (Dell). Acesse o site e confira as publicações, membros, conteúdos e áreas de trabalho. Acompanhe o cronograma de estudos, sugestões de periódicos, blogs, sites, o GED Extensão, GED Ensino e muito mais. Regimento Interno do Grupo de Estudos Discursivos - GED CAPÍTULO I – DA DEFINIÇÃO, CONSTITUIÇÃO E NATUREZA Art. 1º – O GED – Grupo de Estudos Discursivos, doravante GED ou Grupo, vinculado à Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Unidade da UNESP – Universidade Estadual Paulista, é um grupo de pesquisadores, educadores, estudantes de graduação e de pósgraduação, profissionais da área e pessoal de apoio técnico, fundado na experiência acadêmica, bem como na competência técnico-científica de seus membros na área de concentração referente aos estudos da linguagem e nas linhas de pesquisa “Teoria e Análise Linguística” e “Estrutura e Funcionamento Discursivos e Textuais”, com ênfase em perspectivas discursivas, tais como Análise Dialógica do Discurso, Análise de Discurso de linha francesa, Análise Crítica do Discurso, Semiótica da Cultura, Semiótica francesa e Semiótica norte-americana. Art. 2º – O GED está devidamente constituído e cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e certificado pela UNESP. Art. 3º – O Grupo de Estudos Discursivos é de natureza acadêmica e a dimensão de sua atuação estende-se aos diversos setores da sociedade civil que integram campo de interesse das letras, da educação, da cultura, da comunicação e das artes. Parágrafo 1º - Os membros representantes (Diretoria) do GED são indicados por eleição dentre seus membros ou designados pelo Coordenador do grupo e não podem estar incursos em quaisquer impedimentos perante a Universidade Estadual Paulista. Parágrafo 2º - O Grupo pode instituir comissões temporárias para deliberar sobre assuntos específicos, quando se fizer necessário e solicitado. CAPÍTULO II – DAS ATRIBUIÇÕES E DOS OBJETIVOS Art. 4º – O GED assume como atribuições: I – Proposição e desenvolvimento de programas e projetos de pesquisa e de extensão no âmbito discursivo; II – Constituição de fóruns, cursos e grupos de estudos temáticos vinculados ao campo de interesse e atuação; III – Organização de eventos de natureza acadêmico-institucional; de capacitação e treinamento; técnico-científico; ou artístico-cultural; IV – Produção de publicações específicas, impressas ou eletrônicas, para disseminação de sua produção e de outros pesquisadores da área, bem como para consolidação do campo discursivo; V – Participação e/ou apoio humano e material às mais diversas organizações e mobilizações parceiras ou da área no âmbito acadêmico e sociocultural. Art. 5º – Os objetivos do GED são: I – Desenvolver estudos e pesquisas no campo do discurso; II – Organizar eventos, publicações, cursos ou grupos específicos para debates e reflexões, inclusive com a participação de especialistas nacionais e internacionais; III – Promover a difusão e a socialização do conhecimento junto à comunidade local, regional, nacional e internacional, por meio de organização de eventos científicos, intercâmbios, convênios, parcerias e pesquisas; IV – Divulgar os resultados das pesquisas e análises teórico-analíticas dos integrantes do Grupo e de outros especialistas da área em publicações específicas editadas por ele, bem como em plataformas e redes sociais em que tenha espaço próprio; V – Aprimorar a formação de recursos humanos para a atuação na área de Linguística, Letras e Artes; VI – Estabelecer intercâmbios e convênios com outros grupos e instituições públicas ou privadas, nacionais e/ou internacionais; VII – Participar, apoiar e orientar programas de ensino, pesquisa e extensão, em nível de graduação e pós-graduação, com elaboração de trabalhos científico-acadêmicos que versem sobre temáticas afins ao Grupo; VIII - Agregar, organizar, administrar, captar fomentos internos e externos no âmbito discursivo; IX – Integrar docentes e discentes da área às suas atividades de pesquisa, por período indeterminado; X – Estabelecer redes de cooperação entre grupos de estudos e pesquisas afins; XI – Manter diálogo constante com a Pró-Reitoria de Pesquisa e com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista, para aprimorar as formas de fomento interno e/ou externo aos projetos de pesquisa desenvolvidos pelo Grupo. CAPÍTULO III – DA COMPOSIÇÃO Art 6º – O GED é composto por pesquisadores, estudantes, profissionais da área e técnicos, na condição de membros efetivos, colaboradores ou estudantes, conforme categorias norteadas pelo seu Estatuto. Art. 7º – O ingresso e a manutenção como membro do Grupo está sujeito aos critérios determinados pela Diretoria, fundamentados nos vínculos de pesquisa e orientação. Art. 8º – Para efetivar a condição de membro, o postulante deve, além do comprometimento necessário com os objetivos e os pressupostos político-acadêmicos do Grupo, possuir currículo lattes atualizado, ter indicação aprovada pela Diretoria do GED e solicitar oficialmente seu cadastro como associado. Parágrafo Único – Não existe limite para o número de membros do Grupo. Art. 9º – O membro participante do grupo, seja de qual categoria for, pode, em qualquer momento, desligar-se do GED por meio de solicitação oficial do interessado ou por decisão da Diretoria, em Assembleia, cabendo ao Presidente comunicar o seu desligamento por carta ou e-mail, quando alguma falta ética grave for cometida. CAPÍTULO IV – DA COMPETÊNCIA Art. 10º – O GED possui uma Diretoria, composta por um (01) Coordenador, que é o Presidente do Grupo, de caráter vitalício; um (01) Vice-Presidente, um (01) Secretário e um (01) Tesoureiro eleitos pelos integrantes do Grupo ou indicados pelo Coordenador, a contar da data de sua aprovação em Assembleia, conforme consta na Estatuto do Grupo. Art. 11º – Ao Coordenador do GED compete: I – Coordenar as reuniões e demais atividades do GED, podendo delegar tarefas ao Vice-Coordenador ou a quaisquer de seus membros; II – Representar o GED sempre que se fizer necessário, em qualquer instância, perante órgãos ou entidades públicas e privadas; III – Apresentar aos associados e à UNESP, bem como às agências de fomento (FAPESP, CNPq e CAPES) os relatórios, estudos, pesquisas, proposições e demais documentos contemplados pelos integrantes do GED; IV – Divulgar, periodicamente, relatórios contendo o resultado de análises de dados pesquisados e sugerir medidas que resultem na melhoria do ensino, da pesquisa e da extensão na área de Linguística, Letras e Artes, voltados ao campo discursivo; V – Incentivar, apoiar e promover eventos de interesse do GED; VI – Promover intercâmbio com instituições de ensino e congêneres no país e no exterior, visando o desenvolvimento do ensino e da pesquisa; VII – Criar e manter atualizado um banco de dados para preservação da história do Grupo e divulgação de sua produção e atuação; VIII – Convocar reuniões ordinárias e extraordinárias do GED, na forma deste Regimento Interno e de acordo com o seu Estatuto; IX – Designar Secretário ad hoc, se necessário. Art. 12º – Ao Vice-Coordenador do GED compete: I – Substituir o Coordenador em suas faltas e impedimentos, bem como exercer outras atividades a ele designadas; II – Pleitear sempre pelo aprimoramento do espaço físico e das condições de infraestrutura para o Grupo. Art. 13º – Ao Secretário compete: I – Dar assistência os trabalhos do GED; II – Substituir o Vice-Coordenador em suas faltas e impedimentos; III – Responsabilizar-se pela atualização e distribuição da correspondência do Grupo; IV – Providenciar e divulgar relatórios previstos; V – Manter diálogo constante com a Pró-Reitoria de Pesquisa e de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista, para aprimorar as formas de fomento aos projetos de pesquisa desenvolvidos no Grupo e na Instituição; VI – Manter um cadastro atualizado das instituições, órgãos ou entidades públicas e privadas que envolvam atividade científica e/ou pesquisa em parceria ou não com o GED, no campo discursivo; VII – Revisar, compilar e reavaliar os dados consolidados de pesquisa; VIII – Fazer publicar, após aprovação, as alterações deste Regimento Interno e de membros do GED, quando necessário. Art. 14º – Compete ao Tesoureiro: I – Preparar os orçamentos necessários à boa execução de projetos do Grupo; II – Abrir, movimentar e encerrar contas bancárias do GED, junto com o Presidente; III – Arrecadar e contabilizar as contribuições dos sócios, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração de tais rendas; IV – Descontar, endossar e quitar títulos de crédito do GED, junto com o Presidente; V – Apresentar relatórios de receita e despesas, sempre que forem solicitados; VI – Apresentar o relatório financeiro para ser submetido à Assembleia Geral; VIII – Organizar os registros contábeis do GED. Art. 15º – Pode perder sua função de membro da Diretoria do GED o integrante que não comparecer independente de justificativa, a duas (02) reuniões ordinárias ou extraordinárias consecutivas, ou a quatro (04) reuniões ordinárias ou extraordinárias intercaladas, no período de 12 meses. Art. 16º – Desde que justificada a urgência, relevância ou importância, a Diretoria do GED pode deliberar “ad referendum” das reuniões ordinárias, prevista neste Regimento Interno e no Estatuto do Grupo. Art. 17º – Aos membros integrantes do GED compete: I – Comparecer a todas as reuniões ordinárias ou extraordinárias do GED para as quais forem convocados na forma deste Regimento Interno; II – Apresentar sugestões e discutir planos de trabalho e cronogramas de estudos a serem desenvolvidos pelo GED; III – Assessorar de forma colaborativa os membros do grupo na elaboração e implementação de projetos de pesquisa e na obtenção de financiamentos; IV – Contribuir para a quantidade e para a qualidade dos projetos de pesquisa desenvolvidos na Instituição por meio da produção individual e coletiva do grupo; V – Aumentar a divulgação e a publicação dos trabalhos desenvolvidos, em Eventos Científicos, em Livros e Revistas Indexados; VI – Contribuir com a qualidade do ensino e da pesquisa como um todo. CAPÍTULO VI – DO FUNCIONAMENTO Art. 18º – As reuniões regulares do Grupo ocorrem com periodicidade semanal. As datas, o local e o horário dos encontros ficam pré-determinados na primeira reunião de cada semestre, cuja participação dos membros é imprescindível e constam do Plano de Atividades semestral discutido e aprovado em reunião, com cronograma elaborado e divulgado na página do GED. Parágrafo 1º – Os recessos ou suspensões das reuniões regulares serão comunicados previamente aos membros do grupo, com antecedência mínima de 48 horas. Parágrafo 2º – As alterações de data, local e horário das reuniões regulares são de competência da Diretoria e são comunicadas previamente a seus membros, com antecedência mínima de 48 horas quando se tratar de reunião ordinária e 24 horas quando for reunião extraordinária, comunicada pelo Presidente. Art. 19º – Todas as reuniões, ordinárias e extraordinárias, do GED são convocadas pelo Presidente, estipuladas em calendário, sendo as reuniões ordinárias semanais, convocadas com, no mínimo, 24 (extraordinária) ou 48 (ordinária) horas de antecedência, por e-mail. O quorum para deliberação, quando for o caso, em ambas as reuniões, ocorre com a quantidade de membros exigida no Estatuto do Grupo. Parágrafo Único – Sempre que se faz necessário, o Presidente do GED, após discussão dos assuntos em pauta, coloca-os em votação, sendo aprovadas as deliberações tomadas por maioria simples (metade mais um) dos presentes. Ao Coordenador/Presidente é garantido o “voto de Minerva” (voto de desempate). CAPÍTUL O VII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 20º – Os integrantes do GED devem zelar pelo bom andamento dos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo, respeitando suas deliberações, seu patrimônio e os prazos estabelecidos no cronograma de atividades apresentado e em desenvolvimento. Art. 21º – Este Regimento Interno pode ser alterado mediante proposta de emenda complementar ou supletiva, a qualquer dos artigos constantes, apresentada ao Presidente, por qualquer dos membros do GED, a qualquer tempo, desde que devidamente argumentada, pautada e aprovada em reunião especialmente convocada para este fim. O quorum mínimo deverá ser composto pela maioria absoluta de seus membros (dois terços) e voto da maioria simples (metade mais um) dos presentes, garantido o voto de desempate ao Presidente. Art. 22º – Os casos omissos deste Regimento serão resolvidos calcados no Estatuto do GED ou pelo Coordenador/Presidente do Grupo. Art. 23º – Este Regimento Interno entra em vigor a partir da data de sua aprovação em reunião extraordinária. Assis, 13 de maio de 2016. Luciane de Paula Fundadora, Presidente e Coordenadora do GED Data da aprovação: 13/05/2016. BAIXE O REGIMENTO EM PDF
- Lúcia Helena Oliveira Silva | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Lúcia Helena Oliveira Silva Professora Pesquisadora lho.silva@unesp.br Universidade Estadual Paulista (Unesp) a Oliveira Silva fez História pela PUC- Campinas, mestrado em História da Educação sobre o processo de emancipação de mulheres escravas e o doutorado em História com um estudo sobre migração de libertos no período pós-abolição, ambos pela Universidade Estadual de Campinas. Realizou pós-doutorado na New York University sobre associativismo afro-brasileiro e afro-americano nas primeiras décadas do século XX. É professora Livre docente da Universidade Estadual Paulista- campus Assis. Participa do NUPE Núcleo Negro de Pesquisa e Extensão da Unesp sendo coordenadora local. Foi participante do Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo 2013-2016. É membro do CITCEM Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória» da Universidade do Porto, foi coordenadora do CEDAP Centro de Documentação de Pesquisa. Suas áreas de interesse são História da África, Escravidão e Pós-emancipação, Diáspora Atlântica, Ensino de História e Gênero. Coordenou o Programa de Pós Graduação em História da Faculdade de Letras e Ciências de Assis de maio 2013 a maio de 2017, coordena o curso de história da FCL- Assis. É bolsista produtividade nível 2. Principais projetos Fontes e pesquisa das histórias missionárias na África: Missionários Espiritanos em Angola (1960-2000) SILVA, Lúcia Helena Oliveira. Pesquisa 2019-atual (em andamento) Esta proposta de pesquisa objetiva um estudo do trabalho missionário da ordem religiosa Missionários Espiritanos em Angola. Entendendo que o contato entre europeus e povos africanos foi um longo processo que envolveu conflitos e mediações culturais e materiais busca-se compreender as relações entre missionários e populações de Angola no período de 1960 a 2000 que corresponde ao período das guerras de independência, da experiência socialista e o término da guerra visto pelas narrativas dos missionários. Homens de Cor e Militância SILVA, Lúcia Helena Oliveira. Pesquisa 2014-atual (em andamento) Este projeto busca analisar a dinâmica social, política e cultural de grupos de afrodescendentes no Brasil no período pós emancipação. Organizados em entidades, libertos e seus descendentes se reuniam para enfrentar o racismo, reconfigurar identidades, obter postos de trabalho enfim se inserir na sociedade. Tal inserção traduzia os vários sentidos da liberdade que envolvia novos pertencimentos. A partir da estratégia de organização também foi possível configurar os grupos como partícipes da identidade nacional embora nem sempre as concepções de identidade nacional abrangeram os não-brancos como cidadãos. (Re)visitando, a história afro-brasileira e promovendo o debate sobre as relações étnicas e raciais contemporâneas RODRIGUES, André Figueiredo; SILVA, Lúcia Helena Oliveira. Ensino 2022-atual (em andamento) Este projeto visa analisar discutir conteúdos trabalhados da história do Brasil colônia e império e pós-abolição sugeridos no Currículo Paulista e na BNCC. Busca-se evidenciar os novos protagonismos da população afrodescendente e africana nos processos de luta para liberdade, cidadania e as contribuições na arquitetura, saúde e em todos das esferas da sociedade. Deste modo, recupera-se as experiências sociais dos trabalhadores africanos e seus descendentes indivíduos que foram mão de obra neste país desde o século XVI sendo nas expressões de Antonil, as mãos e pés do Brasil. Ele busca recuperar as ausências históricas denotadas a partir da Abolição, especialmente no momento de auge das ideologias do racismo científico. Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de (Coordenadora) et al. Extensão Universitária - Apoio: PROEC 2023-2026 (em andamento) Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo
- Douglas Neris Souza | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Douglas Neris Souza Pesquisa Concluída douglasns18@gmail.com Possui graduação e mestrado em Letras. Atualmente é professor de língua portuguesa II nos municípios de Monte-mor-SP e Capivari-SP. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em práticas de multiletramentos, análise do discurso, teorias feministas e teoria queer, atuando, principalmente, com os temas: protótipos de ensino, racismo, feminismos e pedagogia dos multiletramentos. Principais projetos Mulheres na vida, na arte, nas ciências e na educação: uma proposta de intervenção prototípica SOUZA, Douglas Neris. Pesquisa (Dissertação de Mestrado) - Apoio: CAPES 2019-2021 Esta pesquisa busca alinhar o trabalho com gêneros do discurso no ensino de língua portuguesa à pedagogia dos multiletramentos e à elaboração e análise de um protótipo de ensino destinado aos alunos do 8º ano do Ensino Fundamental de duas escolas públicas do interior do estado de São Paulo. O protótipo de ensino aborda a presença das multissemioses no ensino de língua portuguesa, com enunciados de e sobre Frida Kahlo, em aproximação à pintura de Tarsila do Amaral. Os enunciados de Tarsila do Amaral – “A Negra” (1923), “Maternidade” (1932) e “Operários” (1933) – e de Frida Kahlo – “Umas facadinhas de nada” (1935), “Mi Nana y Yo” (1937), “As duas Fridas” (1939) e “O veado ferido” (1946) – são compreendidos em diálogo com outros enunciados na construção e compreensão de pressupostos dos feminismos, e têm a finalidade de abordar os diferentes processos de constituição das identidades sociais feitas dentro e fora do espaço escolar. Conceitos-chave advindos da teoria de Bakhtin e seu Círculo alicerçam a análise verbivocovisual na compreensão do todo enunciativo. A proposta de intervenção foi adequada a uma pesquisa teórica e à proposição de um protótipo de ensino, endereçado ao professor, com a intenção de aproximar o ensino de língua portuguesa a temas feministas. O resultado da pesquisa é um material didático digital interativo (PDF-navegável), constituído de vários protótipos de ensino, intitulado “As asas que eu quero!”. A proposta objetiva discutir e refletir a formação das identidades de gênero a partir do cotejo entre vida, arte e ciência. O protótipo é adaptado às tecnologias e ao uso das multimodalidades. O material didático digital busca práticas transformadoras que visem à pedagogia dos multiletramentos. As asas que eu quero! SOUZA, Douglas Neris. Ensino 2019-2021 Protótipo de ensino navegável desenvolvido em integração à dissertação de mestrado defendida. Todas as vidas importam: jogos multiletrados - transformação sociocultural sustentável PAULA, Luciane de. Extensão 2023-2026 (em andamento) - Apoio: PROEC Este projeto de extensão tem como objetivo propor e implementar atividades de leitura e produção de gêneros discursivos diversos na escola e fora dela, possibilitando uma formação multiletrada crítica. O público das ações socioculturais educativas transita entre o último ano do ensino fundamental II (9º ano) e o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) e também se volta às associações e coletivos culturais e sociais. Os textos trabalhados, de diversas materialidades (canção, videoclipe, filme, série, pintura, HQ, jogos etc), tratarão de temas contemporâneos e contemplarão conteúdos de Linguagens e Artes, produzidos por autores-criadores negros, mulheres e da comunidade LGBTQIAP+. Interessa proporcionar, de forma dialógica, discussões acerca das desigualdades e da intersecção raça-gênero-classe na escola e na sociedade, a fim de refletir acerca da heterogeneidade das diversidades e proporcionar equidades. O projeto, experimental e interventivo, tem caráter extensionista, associado à pesquisa, ao ensino e à inovação. A proposta parte de uma escola pública da cidade de Assis, interior de São Paulo, para, a partir das vivências, desenvolver protótipos de ensino e jogos pedagógicos produzidos com material reciclado, que possam ser adaptados e aplicados em outras comunidades (locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais). Com isso, estimular a inclusão entre jovens, na escola, na comunidade e na universidade (graduação e pós-graduação); e visibilizar vozes e sujeitos excluídos (por preconceito e discriminação), ao potencializar seus saberes, assim como uma forma de sociabilidade de suas culturas, tramadas como formas de atuação – em consonância com os ODS 4, 5, 10,16 e 17, de maneira transversal. Topo
- Jonathan Eliã de Almeida Nunes | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Jonathan Eliã de Almeida Nunes Pesquisa Concluída carioca.nunes@hotmail.com Universidade Estadual Paulista (Unesp) Graduado em Letras com habilitação Português/Inglês pela Faculdade de Ciências e Letras de Assis (FCLAs/UNESP), foi integrante do GED - Grupo de Estudos Discursivos, coordenado por Luciane de Paula. Desenvolveu uma pesquisa orientada pela Prof. Dra. Luciane de Paula intitulada: "A constituição dialógica de Frankenstein de Penny Dreadful: ressignificações da ambivalência humana em Penny Dreadful", financiada pela FAPESP (n 2017/27202-3). Foi professor de língua inglesa no programa UNATI - Universidade Aberta à Terceira Idade e também foi professor no programa institucional CLDP - Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores como professor de língua inglesa no nível básico I e Intermediário I. Mestre em Teoria Crítica Literária em Línguas Modernas com a dissertação intitulada "A Jornada do Vilão", sob coordenação do Prof. Dr. Aparecido Donizete Rossi. Integra o Grupo de Estudos Vertentes do Fantástico. Principais projetos A constituição dialógica de Frankeinstein: ressignificações da existência humana em Penny Dreadful NUNES, Jonathan Eliã de Almeida. Pesquisa (Iniciação Científica) - Apoio: FAPESP 2017-2019 O projeto propõe analisar, fundamentados nos estudos da filosofia da linguagem bakhtiniana, a construção de imagens frankensteinianas (por meio do nascimento dos sujeitos Victor Frankenstein, Caliban - mais tarde auto proclamado como John Clare - Proteus e Lily na relação que possuem entre si) existentes na série Penny Dreadful (2014), em diálogo (intertexto e interdiscurso) com o romance Frankenstein (1818), de Mary Shelley. Para isto, serão mobilizados os conceitos de sujeito, ideologia e enunciado, postulados no interior do Círculo de Bakhtin, Medvedev e Volochinov. O objetivo é compreender como o sujeito é constituído por contrários contraditórios - bem e mal, morte e vida, luz e sombras - não de maneira dicotômica, mas ambivalente e, com isso, perceber o quão humano é cada Frankenstein e o quão frankensteiniano é o homem - essa é a relevância desta proposta de estudo. Nesse sentido, arte e vida se entrecruzam por meio dos valores que constituem os enunciados, de maneira refletida e refratada, sem finalização, mas com acabamento estético. A hipótese é a de que a interdiscursividade e a intertextualidade são os traços arquitetônicos composicionais autorais da série e que, por meio deles, a essência frankensteiniana humana contrária contraditória se constitua e explicite materialmente na linguagem. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de natureza bibliográfica. O método a ser utilizado é o que Volochínov denomina de sociológico, por cotejo, com etapas de descrição, análise e interpretação. Topo
- Giovanna Maíra Scoparo | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Giovanna Maíra Scoparo Pesquisa Concluída gscoparo@gmail.com Bacharelado em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp-Assis), ênfases em Saúde Coletiva, Clínica Crítica e Ampliada, e Psicologia Social e Educacional. Licenciatura em Letras Português/Francês pela mesma universidade. Bolsista PIBIC/CNPq no período 2011/2012, na área da Análise do Discurso bakhtiniana. Bolsista AREX/Unesp durante o 2º semestre de 2012, no programa de intercâmbio em Lettres Modernes na Université Charles-de-Gaulle Lille III (França). É professora eventual nas escolas estaduais de São Paulo, e atua como professora e articuladora no Cursinho Comunitário Sambaqui, em Praia Grande-SP. Principais projetos A Gota D'Água da peça musical: diálogo entre gêneros discursivos SCOPARO, Giovanna Maíra; PAULA, Luciane de. Pesquisa (Iniciação Científica) - Apoio: CNPq (PIBIC) 2011-2012 Topo
- Patrick Paiva de Oliveira | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Patrick Paiva de Oliveira Pesquisa Concluída patrickpaiva9@gmail.com Mestre em Linguística e Língua Portuguesa pela Unesp Araraquara (2015). Especialista em Literatura Contemporânea pela Faculdade de Educação São Luís (2019). Graduação em Letras - Português e Espanhol e respectivas Literaturas - pela Universidade de Franca (2008). Graduação em Pedagogia pelo Centro Universitário UniDomBosco (2020). É professor de Língua Portuguesa na Rede SESI-SP e no Liceu Albert Sabin (Ribeirão Preto - SP). Tem experiência na área de Linguística, especificamente em Teoria e Análise Linguística; e em Ensino de Língua Portuguesa e Literatura. Principais projetos Lendas para cantar: uma análise dialógica do discurso das canções amazônicas de Waldemar Henrique OLIVEIRA, Patrick Paiva de Pesquisa (Dissertação de Mestrado) 2013-2015 O presente trabalho visa compreender como se constituiu a canção brasileira enquanto gênero lítero-musical no início do século XX por meio de conceitos que integram a malha teóricoreflexiva desenvolvida pelo Círculo de Bakhtin. As canções analisadas são partituras para canto e piano e integram a série Lendas Amazônicas compostas por Waldemar Henrique. Foram produzidas entre as décadas de 1930 e 1940, momento em que as manifestações artísticas e culturais são fomentadas pela política econômica instaurada pela Era Vargas e servem de propaganda para a consolidação de um discurso nacionalista. Pretendemos, ainda, compreender de que modo os mitos e lendas da literatura oral são incorporados e reelaborados na produção das canções, a partir da relação recíproca estabelecida entre os gêneros primários e secundários. Nossa metodologia de trabalho é de caráter qualitativo e visa (por meio da abordagem dialéticodialógica) descrever, analisar e interpretar as canções. Uma vez que nosso objeto de pesquisa é composto por planos semióticos heterogêneos, nossas análises serão realizadas em dois grandes níveis: o verbal e o musical apenas por caráter metodológico uma vez que compreendemos a canção como um objeto que se situa histórico e socialmente por meio da mescla simultânea de seus dois planos. Bakhtin, em seu conceito de gênero como enunciado relativamente estável, permite-nos trabalhar com as canções de modo mais confortável dada a instabilidade de definição deste objeto. Para nós, a relação entre a letra e a música é algo que não se dá de forma estanque havendo a primazia de um ou outro elemento Topo
- Ana Paula Lopes Cardoso | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Ana Paula Lopes Cardoso Pesquisa Concluída analopescardoso@hotmail.com Graduanda em Letras com habilitação Português/Italiano pela Faculdade de Ciências e Letras de Assis - UNESP. Membro do Grupo de Estudos Discursivos de Assis (GED/UNESP). Desenvolveu, sob a orientação de Luciane de Paula e com financiamento da FAPESP, um projeto de pesquisa (de nível Iniciação Científica) intitulado "Natura Chronos e Avon Renew: a conquista do telespectador por meio de discursos opostos", a partir do qual pensou a respeito da construção dialógico-discursiva de peças publicitárias televisivas, mediante apoio metodológico nos estudos do Círculo de Bakhtin. Principais projetos Natura Chronos e Avon Renew: a conquista do telespectador por meio de discursos opostos CARDOSO, Ana Paula Lopes. Pesquisa (Iniciação Científica) - Apoio: FAPESP 2013-2014 Este projeto propõe analisar, comparativamente, os discursos publicitários das marcas Avon e Natura em suas linhas equivalentes, Renew e Chronos, respectivamente. Pretende, ainda, compreender quais os diferentes artifícios discursivos utilizados nas campanhas das marcas. Os objetivos são os de descrever como as publicidades são produzidas para tentar obter sucesso em sua empreitada de venda e refletir sobre o discurso responsável da Natura e o discurso da beleza da juventude e da fama da Avon, presentes nos comerciais televisivos que compõem o corpus deste projeto. A pesquisa proposta se fundamentará nos estudos do Círculo de Bakhtin, em especial nos conceitos de sujeito, diálogo, discurso, enunciado e signo ideológico para analisar o corpus em sua unidade (considerando seus elementos verbais e não-verbais). Topo
- Aline do Prado Aleixo Soares | GED Unesp
Lattes ORCID Google Acadêmico Aline do Prado Aleixo Soares Pesquisa Concluída ah_line@live.fr Mestra em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/IEL), na área de Teoria e Crítica Literária. Licenciada em Letras com habilitação em Português e Literaturas de Língua Portuguesa/Francês e Literatura Francesa pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp/FCL Assis, 2017), com período de estudos na Universidade Lumière (Lyon 2, França, 2014-2015). Possui experiência em FLE, teoria literária, crítica literária, literatura francesa, gêneros narrativos. Principais projetos A leveza e o peso, a alma e o corpo, a força e a fraqueza: relações de diálogo na compreensão de A insustentável leveza do ser SOARES, Aline do Prado Aleixo. Pesquisa (Iniciação Científica) - Apoio: FAPESP 2013-2014 O projeto aqui proposto pretende analisar o romance A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera, a partir das palavras-tema que orientam seu enredo, a fim de compreender a insustentável leveza do ser a que as personagens, representação de sujeitos reais, são submetidas, tomando o romance em seu caráter textual e discursivo. Com isso, será possível refletir acerca do gênero romanesco e sua arquitetônica. Para tanto, ter-se-á como perspectiva teórica o pensamento do Círculo de Bakhtin e suas reflexões sobre gênero, diálogo e sujeito. Topo
- Declaração de acessibilidade | GED Unesp | Grupo de Estudos Discursivos
Declaração de acessibilidade do Grupo de Estudos Discursivos - o GED UNESP, com sede em Assis, no Departamento de Linguística. Acesse o site e confira as publicações, membros, conteúdos e áreas de trabalho. Acompanhe o cronograma de estudos, sugestões de periódicos, blogs, sites, o GED Extensão, GED Ensino e muito mais. Declaração de Acessibilidade O GED compromete-se a fornecer um site acessível ao maior público possível, independentemente da circunstância e capacidade. Nosso objetivo é aderir o mais próximo possível às Diretrizes de acessibilidade de conteúdo da Web (WCAG 2.1, nível AA), publicadas pelo World Wide Web Consortium (W3C). Essas diretrizes explicam como tornar o conteúdo da Web mais acessível para pessoas com deficiência. A conformidade com essas diretrizes ajudará a tornar a Web mais amigável para todos. Embora o GED se esforce para seguir as diretrizes e os padrões de acessibilidade, nem sempre é possível fazê-lo em todas as áreas do site e, atualmente, estamos trabalhando para alcançá-lo. Esteja ciente de que, devido à natureza dinâmica do site, problemas menores podem ocorrer ocasionalmente, pois são atualizados regularmente. Estamos sempre buscando soluções que tragam todas as áreas do site para o mesmo nível de acessibilidade geral da Web. Se você tiver algum comentário e / ou sugestão relacionada à melhoria da acessibilidade do nosso site, não hesite em entrar em contato com o coordenador de acessibilidade pelo chat! Seus comentários nos ajudarão a fazer melhorias.











